domingo, 16 de outubro de 2016
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Gui e o seu Porto
Chegar a casa, dum dia a correr de um lado para o outro (até parece que estive a trabalhar!) e a tentar organizar a vida estes tempos cá em Portugal, e ter esta prenda é bom...é muito bom!
Ver estas imagens, ver-me nestas imagens, algumas tao lindas, com o Guilherme, foi o máximo que podia esperar deste dia!
O Gui e o seu Porto, é um conjunto de sessões que lhe/nos oferecemos, para que ele nunca se esquece de onde é, dê o mundo as voltas que der!
Ver estas imagens, ver-me nestas imagens, algumas tao lindas, com o Guilherme, foi o máximo que podia esperar deste dia!
O Gui e o seu Porto, é um conjunto de sessões que lhe/nos oferecemos, para que ele nunca se esquece de onde é, dê o mundo as voltas que der!
Não há melhor que ter estas imagens para sempre*
Fotos by Stim.photography
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
A festa dos Piratas
Este ano, o tema escolhido foram os Piratas. Aliás, sendo mesmo honesta, mesmo mesmo mesmo, este foi o tema induzido! Tipo um parto que tem de nascer mas não sabe se quer. A primeira vez que abordamos o assunto, a resposta foi imediata- Patrulha Pata. E eu, subtilmente, acabei com a conversa. Segunda tentativa - Minions!!! Ou seja, como se costuma dizer, pior a emenda que o soneto! Depois, e correndo o risco de ser apelidada de tinhosa, má mãe, esquisita, queque, etc e tal, comecei a indução. Mostrei-lhe fotos de festas giras de piratas. E ao fim de duas ou três semanas, chegamos a um "acordo". Já adorava a ideia dos Piratas.
Antes que alguém fale, sei que vai haver um dia que não vou ter hipótese alguma de fugir aos temas menos bonitos, às cores fortes, e aos bonecos (alguns) horrorosos que andam por aí, mas enquanto eu puder ir contornando, vou continuar!
E assim, e tentando poupar tempo e cabeça, o local escolhido foi o mesmo do ano passado- o Meet, no Parque da Cidade do Porto.
Com a precioso trabalho da Raquel , foi montada toda a imagem gráfica da festa. Continuamos na mesma palete de cores mais neutra, tentando fugir à imagem do Jake e da Disney e das suas cores garridas e fortes.
Este foi o resultado! Foi um dia imensamente feliz, rodeados de quem nos quer bem. O Guilherme transbordava felicidade e alegria. As suas gargalhadas eram contagiantes e ainda hoje ouve vezes sem conta o vídeo dos parabéns!
algumas imagens
(as profissionais da Stim, virão depois)
os docinhos individuais são da Luisa
a criadora e o aniversariante
o bolo e as bolachas - uma criação maravilhosa de Um dia feliz
domingo, 9 de outubro de 2016
Mudanças
Ficamos por Portugal uns tempos. Tempos de mudança ou de pausa. Tempos que não se avizinham fáceis mas também nunca ninguém disse que a vida era fácil. Adoro estas frases feitas!! E melhor ainda são as suas continuações " mas vai valer a pena"! É convém que valha mesmo.
Vamos indo e vendo. Um dia de cada vez é o lema. O outro grande lema destes dias é "ir indo sem pensar". Há uma frase antiga que dizia "penso, logo existo". Neste momento ando mais no "para existir tenho de não pensar". O outono está a ser simpático e tem-me dado sol para me alegrar o espírito e ajudar nas caminhadas. Nos próximos episódios vou tentar experimentar o ioga, e vou tentar descansar. Vou fazer álbuns de fotos e vou ler.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
• 4 •
A vida faz-nos tropeçar. E levantar. E tropeçar e cair e levantar. E tudo! E tudo e mais alguma coisa. Mas um dia vai ser dia de pensar nisso. Hoje não é o dia. Fez ontem quatro anos que o Guilherme nasceu. Quatro anos que num sábado fantástico de calor, a criatura decidiu não esperar pela data marcada, e querer nascer assim de rompante. Sem avisos, sem marcações. Como a vida! E nestes quatro anos, muitas foram as alegrias. Os sustos, alguns, mas de longe as gargalhadas foram em número superior. Este ano o Guilherme adorou fazer anos. Sentiu-se importante, sentiu que o dia era especial!
E é! Sendo ele a estrela da minha vida, o dia foi especial! Foi feliz e com sol! Como eu desejo do fundo do coração que seja para todo o sempre!
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Dois dias antes do dia
Dois dias antes de fazer quatro anos, observo-o. É sem qualquer dúvida, o melhor que fiz em toda a minha vida. Apesar de nunca ter sido o meu grande sonho, ser mãe, sempre foi algo que tinha (quase quase) a certeza que seria. Nunca tinha pensado a sério nisso, mas era algo que existia em mim desde sempre. A certeza que um dia seria mãe. Sem pressas, sem pressões, sem dramas, sem grandes sonhos ou alaridos. Houve depois uma altura que pensei que não o poderia ser, que tive dúvidas e muitos medos. E até ai, o medo, talvez por ser ainda uma coisa incerta não deu muito para pensar. Hoje, vejo-o a brincar com um puto alemão, sem dizer uma única palavra que se entendem e tenho orgulho. Um orgulho desmedido no que ele é. Uma criança feliz! Imensamente feliz! Com um sorriso desmedido por todos o que o rodeiam. Um amor imenso por esta pequena criatura que me faz faltar o ar. Que faz todas as notícias mudarem de tom. Que faz todas as coragens subirem e descerem como se a bipolaridade fizesse parte de mim. Há quatro anos, barriguda que estava, longe de achar que o dia estava tão perto, estava calma e serena. Sem pressa. E assim tem sido a nossa vida. Um dia de cada vez!
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
.
Escrevo já sentada no banco do aeroporto. Mais uma ficha, mais uma volta. Hoje, de noite, nos trinta segundos que antecederam o meu adormecer, pensei... Ainda ontem dizia que faltava tanto até voltar, até aos novos exames e decisões. Ainda ontem pensava em adiar o pensamento e com isso o problema. Antes disso ainda havia a fabulosa semana de férias, o Kenya, o safari, o mês de Agosto onde todas!!!! as transferências iam sair (iam...ou não!), o recomeço as aulas na sala dos quatro anos..havia um sem número de coisas e momentos que ainda iam acontecer. E o hoje chegou! Num ápice! E cá estou eu a viajar novamente.
Ontem pensava que por isso (sim, e por muitas outras coisas mais) é que Angola "não mata mas mói". Porque da mesma maneira que vivemos o ano em quatro fases distintas (entre idas a casa) como já falei aqui, também da mesma maneira o nosso pico de ansiedade varia em três meses. Subimos nos dias antes ao topo, estacionamos uma semana entre amigos, jantares e saudades, e descemos até ao zero, prontos a recomeçar todo um novo ciclo cada vez que desembarcamos nesta cidade. Nesta cidade onde o calor põe as pessoas loucas! Sim, essa é a única possível explicação para alguns dos últimos dias. Apesar de ainda estarmos no cacimbo!!! Mas é esta montanha russa durante o ano, as quatro descidas e subidas vertiginosas que nos cansam. Que nos envelhecem muito! Que nos moem! Aqui a vida passa a correr, rápida! Ainda ontem cheguei e hoje já estou a embarcar! Eu e uns trezentos chineses que pela conversa vão para não voltar... Nem os chineses querem voltar....
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Ainda o Alta Definição
Ainda hoje penso na entrevista. Ainda ontem a relatei durante um almoço. Acho realmente que o Gonçalo Diniz foi grande sem querer ser herói. Foi comovente sem ser lamechas. Foi directo e franco. Muito honesto, também! Mas hoje, enquanto trabalhava calada, lembrava-me de outras frases da entrevista. As frases sobre a mulher dele, Sofia.
Já vi muitas declarações de amor, mas estas foram fortes. Tão bonitas!
Eu, que até não tinha opinião da Sofia Cerveira (nem boa, nem má), fiquei a achar que ela é um mulherão! É daqueles braços que nos levantam quando estamos a cair.
Soube-lhe dar o espaço, o mimo, a paciência, sempre na dose certa, o que imagino que também para ela tenha sido um desafio gigante. Estar lá apenas. Muitas vezes é o estar lá, ainda que sem aparecer, sem falar, que faz a grande diferença.
sábado, 17 de setembro de 2016
Alta definição
Já vi boas entrevistas do Daniel Oliveira. Já vi muitas pessoas a falar de cancro. Mas o Gonçalo Diniz bateu lá em cima!
Ele diz cancro de boca aberta. Chora quando tem de chorar. Ri alto e diz tantas verdades...Tantas, que só Deus sabe. Fala de medo, fala da falta de paciência, fala do não pensar.
O peixeiro esteve em grande! És grande Joni!!!!!
Gonçalo Diniz*
Ele diz cancro de boca aberta. Chora quando tem de chorar. Ri alto e diz tantas verdades...Tantas, que só Deus sabe. Fala de medo, fala da falta de paciência, fala do não pensar.
O peixeiro esteve em grande! És grande Joni!!!!!
Gonçalo Diniz*
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Novo ano
Olho para o Guilherme a entrar novamente no Colégio, de passo decidido e sem dúvidas, ainda que os desenhos animados em casa o tenham feito vacilar, e penso que gosto deste espaço. Sinto nele confiança e o meu filho sente-se bem. Penso que esta vida de estar permanentemente a pensar em mudar pode não ser assim tão saudável. Mas, ao mesmo tempo surge a contradição...
Na reunião de sábado pediram-me uma foto de família, para este primeiro dia. Não tive duvidas de qual levaria. Porque o Portugal faz parte de nós.
Porque parece que lá somos mais. Porque lá somos mais completos. Ou seja, estou a precisar de organizar ideias!
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