* uma imagem para os próximos dias *
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
As fotos esperadas
As fotos do aniversário do Guilherme chegaram hoje!
Estava ansiosa pelo resultado, não o nego. Gosto de fotografias, gosto de fotografar, gosto de ser fotografada e acima de tudo, adoro guardar estas recordações. E estas recordações estão deliciosas de se guardar! Acho que são verdadeiras prendas que dou ao Guilherme, para que um dia, mais tarde, possa ver todas as pessoas e momentos que fizeram dele o que ele é. Sendo suspeita para falar, achei a festa linda, e estas fotos, transmitem bem as gargalhadas e a alegria desse dia.
Obrigada Marcia!
Estava ansiosa pelo resultado, não o nego. Gosto de fotografias, gosto de fotografar, gosto de ser fotografada e acima de tudo, adoro guardar estas recordações. E estas recordações estão deliciosas de se guardar! Acho que são verdadeiras prendas que dou ao Guilherme, para que um dia, mais tarde, possa ver todas as pessoas e momentos que fizeram dele o que ele é. Sendo suspeita para falar, achei a festa linda, e estas fotos, transmitem bem as gargalhadas e a alegria desse dia.
Obrigada Marcia!
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
5º aniversario dos 33
Ontem fiz anos. Como o meu compadre me disse, o 5º aniversario dos 33 anos.
Uma bela lembrança de um amigo emigrante. Eu e os meus 33 anos. Sempre 33. Mas
ontem foram 38. Um pé a acabar a década de 30. Não sei se acredito muito
naquele historia de que os 30 são os novos 20. Não sei se sinto muito isso, mas
isso daria para outro post. Este fim de semana foi de festa. Foi de algum trabalho
e muita alegria. Sábado, um jantar em casa, com a família de cá. Um jantar com
boas conversas e algumas más mas felizes fotos. Um jantar com quem faz parte de
nós há alguns anos. Ontem, um dia em casa, de sossego absoluto, entre piscina e
gargalhadas.
Feliz por ter saúde, por estar com quem amo. Mas a ponderar que 38
pode ser um bom ano para mudanças.
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
13 Novembro 2011
13 Novembro 2011
Hoje é um dia especial. Ou deveria ser pelo menos. Ou no mínimo é um
dia que terá (e será) de ser lembrado. Faz hoje quatro anos que fui embora. Quatro anos
que apanhei um avião de lágrimas nos olhos e fui embora de Luanda. Andava
cansada de cá estar, cansada desta vida de emigrante, com saudades do meu pais,
e consequência de conjunturas empresariais daquela altura fomos forçados a ir embora
de repente.
Um dia estávamos cá, recém chegados de Buenos Aires, recém chegados do
tango e da força das aguas do Iguaçu e no dia a seguir soubemos que íamos embora.
Não deu tempo para pensar, para despedir, para ponderar. Fizemos as malas e no
dia 13 de Novembro, domingo, voamos na Tap para Portugal.
Para quem na altura não queria cá estar, aquele dia custou. A nossa mente (e coração) é estranha. Parecia um
filme a passar diante dos meus olhos. A nossa vida de quatro anos cabia em sete
malas. Nunca mais me esqueci deste numero. Sete malas eram o resumo da nossa
vida de cá.
Os sentimentos eram contraditórios, ambíguos. Estava feliz de voltar a
Portugal, apreensiva face ao que me esperava, com pena de deixar os meus amigos
de cá, contente de rever os de lá. Confusa, feliz, com lágrimas. O voo foi mais
ao menos igual ao meu interior. Uma turbulência tal que houve momentos que
achamos que não íamos chegar! O teco-teco que nos levou ao Porto teve alguma (seria/muita
dificuldade em passar a grande e fabulosa Ponte da Arrabida. Chovia tanto…O dia
era de Inverno puro, duro, e nós, morenos, tostados.
Faz hoje quatro anos foi assim. Chegamos e fizemos as compras de
Natal. Não conseguíamos fazer planos sequer. Quando passou o Natal, vieram os
planos. Engravidar, ter um filho, arranjar emprego e ficar. Ou ir
até ao Brasil. E passar o Carnaval em Veneza. E ir à neve, e às Maldivas.
Voltar não fazia parte dos planos.
Fomos à neve, engravidei em Janeiro, não fui ao Carnaval a Veneza, nem
tão pouco às Maldivas. Também não fomos trabalhar para o Brasil. E em Abril, o
Nuno aceitou voltar para cá. Voltou em Maio.
E cá estamos, quatro anos depois. Cá estamos felizes os três, em família,
em Luanda. A tentar levar… A tentar aguentar, quatro anos depois, a três.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Wish List #11
Preciso de tomar decisões na minha vida.
Decisões difíceis para o Verão 2016.
Dior , Miu Miu ou Chloe?
Preto e dourado ou branco e dourado?
"E quando o dia é de feriado e chove, a inutilidade toma conta da mente."
um email para o Gui
Hoje, em casa, hiper deprimida e chateada com o São Pedro angolano, dediquei-me a algumas coisas (muito poucas é certo) que estavam pendentes há já algum tempo. Resisti a ligar o skype com Portugal e perceber que literalmente #estaumacasaaarder e tratei de actualizar o diário do Guilherme, umas fotos e criar um email para o Gui.
Sim, um email! Criei um email para o Gui receber noticias vossas, recordações, resumos do colégio, o que nos e vos apetecer. É certo que tenho, desde que a criatura nasceu, uns diarios onde escrevo, colo fotos, colo bilhetes, guardo momentos para ele, mas tabém é verdade que está atrasado e julgo que nunca mais estará ao dia! Assim, o que é mais facil que um email? A foto que se tira, a frase que se diz, um momento de click e pimba..Estará numa caixa guardada para um dia ele ler.
Não tenho duvidas do que amaria ler agora, recordações e pensamentos, escritos pelos meus pais, ao domingo à tarde, enquanto víamos pela milésima vez o por do sol no Passeio Alegre, ao volante do Ford castanho que tínhamos. Ou o que aconteceu quando fomos de Fiat 500 descapotável até ao Algarve, com malas e baldes de praia. Porque as recordações, o que vivemos, são a nossa bagagem para o mundo que nos atravessa todos os dias à frente.
Não sei se ele vai apreciar, se vai gostar, até se um dia deixará até de haver mail ou net, mas à luz do que sabemos hoje, o mail está criado.
sábado, 31 de outubro de 2015
Halloween
Sempre gostei do Carnaval. Sempre gostei de fantasias, mas acima de tudo de as fazer. De as coser, construir, descobrir, inventar mil cenários e acessórios, sempre o mais perto da perfeição possível. unca achei piada a #fantasiasàultimadahoracomroupaquesetememcasa. Nas semanas que antecediam o Carnaval, a pesquisa era intensa e as noitadas chegaram a ser algumas. Tao ou mais divertidas que a propria noite em si. Mas a vida mudou-me de sitio, de pais, de hábitos, e o carnaval e o mais recente Halloween ficaram lá longe. O Halloween não tem uma tradição assim tão grande no nosso, no meu pais e por isso, nem me recordo bem deste dia quando era miúda. Lembro-me sim do "Dia dos Fieis", e da carga saudosa colocada nesse dia. Mas nessa carga não se incluíam abóboras, nem sequer festas assustadoras. Se for a pensar bem, e ponderadamente, nem acho grande piada à importação de festas ou tradições que não são nossas (detesto o Dia dos Namorados!), nem esta coisa de distribuir doces me agrada por ai além, mas a parte das fantasias...essa sim, que fique!
E como, me parece de todo improvável andar mascarada neste pais (aliás, já acho que ando em demasiados dias!) há que transferir para a minha criatura esse meu gosto. E quem sai aos seus....Gosta de festa, de fantasias, de disfarces!
Apresento-vos o meu Pirata Esqueleto do Coração!
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Encontros e recordações
Há dias que começam mal. Começam com injustiças, stresses variados, telefonemas absurdos e continuam. Continuam ao longo da manhã. E depois vamos almoçar aqui ao ladinho do escritório e quando olhamos para o lado, o dia muda! O dia muda porque volta 10anos atrás. Volta ao Museu dos Presuntos, volta ao Bazaar. Volta "à tua casa" em Miragaia. Volta a tempos idos. Tempos loucos, tempos irresponsáveis até. Tempos idos, bons, muito bons, que deixam saudade. Lembrar tempos do Porto, de noitadas sem fim, de dançar até os sapatos virem nas mãos. E há quem diga que na noite não se fazem amizades. Fazem e das boas. Das que duram e marcam. Das que fazem parte de ti como pessoa que és. E olhar para o lado em Luanda e nuns caracóis loiros e num sorriso franco, lembrar estes momentos todos foi tão bom!
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