quarta-feira, 16 de setembro de 2015

3º dia de escola

 
3º dia de Colégio

 foto tirada pelo protagonista do post


A semana corre a outro ritmo. O dia 1 correu muito bem, graças talvez à companhia do Gui, boneco feito pela familia e onde pude testar as minhas fracas competências ao nível dos trabalhos manuais. 
O dia 2, bem correu e hoje estamos no dia 3. O Guilherme fica no Colégio muito bem disposto e acima de tudo, feliz. Até perceber que terá de obedecer a regras e não poderá fazer o que bem entende, a coisa vai lindamente (acho eu!).
Levantamo-nos mais cedo, e eu, ainda consigo chegar uma hora antes ao escritório. Resultado, ainda consigo trabalhar mais uma hora, o que não é linearmente uma vantagem.
O cambio, esse, continua a descer miseravelmente e o situação nacional é preocupante, o que não ajuda em nada nas muitos (demasiadas) horas de trabalho diárias.
A juntar a tudo isto, (mas a parte boa da coisa), a necessidade de organizar o 3º aniversario do Guilherme, daqui a 15 dias e Terras Lusas! 
Vamos indo, com horas a mais e sono a menos (muito menos), mas muito felizes!

domingo, 13 de setembro de 2015

Colégio

Hoje fomos à primeira grande reunião da nova fase da nossa vida. Fomos à primeira reunião do Colegio do Guilherme. Primeira reunião com os restantes pais. Na passada segunda feira, tínhamos ido conhecer a educadora, a sala onde o Guilherme irá ficar e tomar os primeiros contactos com  o ensino pre-escolar. Mas hoje, já foi reunião à seria! Hoje começaram os meus medos, por assim dizer. 
Não sei se tenho muito jeito para algumas coisas que julgo estão à espera da nossa parte e isso faz-me uma ligeira impressão. Nao me estou a ver a fazer grandes amizades entre pais, só porque temos filhos na mesma sala. Alias, os meus pais nunca foram jantar com os pais dos meus amigos da escola, e não me parece que isso me tenha prejudicado. Sempre tive o meu grupo de amigos da escola, comp que uma parte independente. Uma coisa eram os filhos dos amigos dos meus pais, ou os meus primos. Outra, completamente distinta, eram os meus colegas de escola. 
Outro facto que hoje me deixou a pensar, é a nossa suposta importante e fundamental intervenção nos trabalhos escolares, nos ditos "projectos" que o Guilherme trará para casa. Á parte de quase não ter tempo para me "coçar" nos últimos meses (sim, e sei que tenho de mudar para bem de todos, principalmente do Guilherme), os momentos que vou passar com o meu filho serão ligeiramente (espero bem que a promessa da educadora se cumpra!!) condicionados por trabalhos que temos de executar a três! Juntando a este pouco tempo, o pouco gosto que tenho e sempre tive, em trabalhos manuais! Egoisticamente falando, os nossos mergulhos na piscina e na praia, não poderão ser sacrificados. 

É nestes dias que nos perguntamos inúmeras vezes se fazemos bem em insistir em Angola. Se agimos correctamente em matricular o Guilherme num Colegio cá. É nestas semanas, mais  que em todas as outras, que me questiono se nao é tempo de ir embora.

Quero muito que o Guilherme seja feliz neste colegio. Quero muito que o Guilherme se adapte bem a esta nova fase da sua e da nossa vida. E vou esforçar-me! Juro que vou! 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Setembro

Hoje estou sentada no sofá a ver televisão. Não dá nada de jeito, mas mudo de canal enquanto passeio pelo fb e Instagram. Descanso. Sossego e acalmo. Penso que Setembro é um início. Um novo ciclo começa agora. Um novo "ano". E no meu calendário/gráfico mental, estamos no arranque da subida até ao Natal. Um subida que outrora foi de folhas caídas no chão, galochas, mochilas novas e vento frio. Uma subida de chuva, de marmelada, de um Outubro e Novembro que culminam no Natal. Lembro-me de comer marmelada no pao do lanche enquanto andava na escola.
Por aqui, Setembro também vai ser um início, mas de calor e sem marmelada. Vai ser um início duma nova etapa, com mochilas e sem galochas. De cadernos, de escola mas, espera-se, de festa e de verão. 

Alguém disse esta semana no fb ou Instagram, que Setembro é um mês importante. É o maior dos meses!!! O melhor! Foi o que me trouxe o Guilherme. Foi o mais importante de todos os Setembros, o mais importante de todos os meus inícios. 



domingo, 30 de agosto de 2015

Final de Agosto

Estamos a 15 dias de começar uma nova fase na nossa vida de família. Uma fase que aguardo com alguma expectativa, mas com muita confiança. Daqui a duas semanas, o Guilherme vai entrar no colégio. Pela primeira vez, deixará de estar em casa, rodeado de mimos e atenções. Nos seus primeiros tempos estivemos os dois. Depois foram dois anos com a baba, a quem agradeço do coração, e com a nossa empregada de sempre. Agora, dia 14, dará início ao resto da sua vida de "horários". Tenho quase quase a certeza que irá adorar, visto ser uma criança que adora brincar com outras, mas... Há sempre coisas novas, pessoas diferentes, ritmos completamente distintos do que está habituado e por isso, receio uma ou outra birra. 
Por agora procuro mochilas, lancheiras e um stock de sapatilhas! 
O colégio, para minha alegria e descanso, possuiu uniforme e esse sistema (até acho que já comentei isso por aqui) agrada-me muito. Agrada-me principalmente porque logo pela manhã, não penso muito rápido, o que implicaria atrasos ao escolher dois looks diários. E agrada-me muito pelo conceito e "suposta" disciplina. Agrada-me também porque pela "chatice" que a escolha diária do pijama proporciona, adivinho algumas discussões de moda com o mais novo! E discussões as 7 da manhã, (o colégio aqui inicia as aulas às 8horas) nao seriam nada agradáveis, certamente.


E faltam 3 semanas para voarmos até casa e para o aniversário do Guilherme. Haja boas perspectivas! 

sábado, 22 de agosto de 2015

Agosto

Agosto deveria ser o mês dos gelados, dos cabelos com sal, das noites com sol. Lembro-me bem de adorar Agosto. Parecia que trabalha mas custava tão menos...Em vez disso, Agosto, é agora um mês que não gosto. Chega a ser o pior mês em Luanda.
Muitos amigos vão de ferias, o cacimbo ainda perdura, não há praia, nem sequer um mergulho na psicina lá de baixo. Não há programas para fazer. Este é o mês que mais sinto saudades de casa.

Tédio aos molhes! Trabalho às resmas! Sábado à tarde a trabalhar sozinha em casa. Há dias que me pergunto porque não vamos embora. Hoje é um dia. Angola vive momentos difíceis e têm sido muitos a ir embora. O ir, o não ir, o quando ir, é uma conversa agora habitual nos momentos entre os que cá estão.

Preciso de uma festa na minha vida!

terça-feira, 21 de julho de 2015

O meu Porto #4

Pensar em férias e no meu Porto enquanto espero pela próxima reunião. 

Desta vez a temporada foi de quinze dias, mas com uma pausa para "férias a serio" (ou pelo menos uma tentativa disso) fora de Portugal. 
Mas sempre deu para passear mais um bocadinho em "casa" e conhecer coisas novas. 
Não tantas como gostaria, mas as habituais consultas, idas a bancos, embaixadas, etc, anulam grande parte do tempo que deveria ser considerado livre, despreocupado e totalmente dedicado ao lazer.

Em termos gastronómicos, nesta temporada as novidades não foram muitas. Fomos conhecer dois restaurantes : o Tasca Japonesa, na rua do Sol, na Batalha, e o 17, no cimo do Hotel Dom Henrique. 

Em relação à Tasca, posso dizer que adorei tudo, menos o sushi, o que só por si tem piada, sobretudo quando o objectivo desse jantar era comer um bom sushi. 
O espaço é muito pequenino (mesmo!!! cerca de 18/20 pessoas) e por isso convém reservar. Quem nos atendeu e o restante staff primam pela simpatia genuína que me faz orgulhar de ser tripeira. O chá de lemongrass estava perfeito e tudo o que provamos era delicioso, excepto o tal sushi que achei demasiado banal, tendo em conta os sabores do restante menu.
Recomendo o tártaro de salmão com ovo de codorniz, o ceviche, o pepino. Aliás, acho que será difícil algum prato não valer a pena.

No sábado antes de virmos, e no habitual jantar de amigos, fomos ao 17, depois duma (mais uma) tentativa de experimentar o "Cantina 32" que não tinha disponibilidade. 
O restaurante é por assim dizer .... Uma desilusão! Uma desilusão porque tem tudo para ser perfeito, fantástico, um dos melhores do Porto e não é. É apenas mais um restaurante onde se come "benzinho" (a minha macarronete de azeitona estava boa) e se paga bastante. 
O espaço é bonito, muito elegante, como qualquer projecto de Paulo Lobo, embora não seja inovador em nenhum aspecto. O Porto e aquela vista de cortar a respiração, de nos aquecer a alma, merecia mais. Muito mais! Quem chega aquele terraço e vê a Invicta a seus pés, merecia mais que um Mojito fraco, feito com "xaropes". 
Comemos bem, repito, mas pagamos 50€/pessoa e em momento algum o jantar justificou tal facto. 
O Porto cresce a olhos vistos, mas nem tudo tem a qualidade apregoada e isso preocupa-me. 






Voltar

Já regressamos a Luanda. Já estou novamente a mil. Começo a odiar o sentimento de chegado o fim do dia precisar de outras tantas horas de trabalho para fazer o que tinha idealizado  de manha. Digo e repito que adoro o que faço mas a este ritmo é impossível adorar seja o que for! 
Dou por mim a pensar na minha amiga e comadre Ana, que acha que me devia dedicar a viajar e a escrever sobre isso! 
Será que algum dia concretizarei este sonho? 
Gosto de viajar. É o grande prazer e luxo da minha vida. É a melhor prenda que posso receber. E gosto de anotar e fotografar tudo sobre essas mesmas viagens. 
Um dia vou ter um blog só de viagens!!! 

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Coisas que me tiram do sério ou questões pertinentes

Utilizando o título dos posts duma amiga - Questões pertinentes - o que se faz com a pessoa ao nosso lado no cabeleireiro, além de ter uma voz horrível, que irrita um santo, só diz asneiras, autenticas barbaridades??!!! 

A minha cara já por si deve dizer alguma coisa!!! Haja gentinha estúpida! Dois pares de estalos não era suficiente. 


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Menorca #3

A respeito de Menorca e dos destinos child friendly posso dizer que nunca vi tanta criança junta, facto que aos meus olhos podia não ser assim tão positivo , (noutros anos não seria decididamente) mas aos do Guilherme foi fabuloso. Fez amigos diferentes todos os dias, brincou até cair de cansaço, nadou até não poder mais, andou de barco e isso sim, foram as mais valias destas ferias. 
Correndo o risco de ser mal interpretada não aprecio ferias de charter pois salvo raras excepções significam destinos cheios, e excursões tipo carneirinhos. Ora vamos todos para o hotel, ora é hora de seguir para o aeroporto. 
Tentamos amenizar a coisa indo para um hotel diferente do pacote e alugando carro no aeroporto. Correu melhor do que pensava. 
Menorca poderá ser um destino a repetir mas da próxima vez com um aluguer de um veleiro (e as refeições no S'Aguait!!) Isso sim, parece-me uma decisão a ponderar.