segunda-feira, 25 de maio de 2015

Imagens que sim #3 . Combinações perfeitas


Imagens que sim. Combinações  perfeitas.

De há uns tempo para cá, de há uns anos para cá e muito mais no ultimo ano e meio, em que trabalho em Projectos de Interiores, que admiro e estudo combinações. Conjugações de cores, padrões, texturas, que anteriormente me pareciam difíceis e até inaceitáveis (alguns) e hoje, só assim fazem sentido. Quase como uma oposição que valoriza a diferença.




...é disto que se fala... 
imagens da minhas pesquisas 










domingo, 24 de maio de 2015

Compras


Não sei bem onde vou assim,  mas acabei de comprar este artigo.

Domingo

Hoje é dia de piscina. Dia de sol. Dia de mimo com sol. Beijos com cloro. Trabalhei ontem, ontem à noite, sexta à noite.. Tenho trabalhado muito. Porque acredito. Porque gosto. Porque gosto muito. Mas estou verdadeiramente cansada. Hoje pasto na piscina. Literalmente. O Guilherme nada. Não fala mas já nada. Com braçadeiras é certo, mas parece um peixito, tal é o seu à vontade dentro da piscina, onde não tem pé. Não nego que isso que agrada. Vê-lo tão bem na água faz-me esquecer por momentos as inúmeros coisas a que lhe nego o acesso estando cá. Hoje o dia está muito bom. Estamos com sorte no Inverno que entrou no dia 15. 
Os meus pais chegam daqui a dias e eu tenho milhões de trabalho para actualizar esta semana. Mas agora é hora de tostar. Daqui a pouco, regressarei ao meu computador. 

sábado, 23 de maio de 2015

Granito


Nós somos assim.
Com saudades de casa. Com saudades desta nossa luz e deste céu azul. Com saudades deste Douro. 
E sempre com o granito como nosso suporte.
 


Foto by: Ties no dia em que o Guilherme fez dois anos


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Dias difíceis

Quando achamos que as coisas não podem piorar, eis que parece que nem há tempo para respirar! Não digo dormir sequer, digo respirar. O trabalho acumula a um ritmo a absurdo e os próximos dias adivinham-se ainda piores. Viagens do Nuno para a província, reuniões até as 11h da noite, visitas à obra agendadas para domingo. Podia ser pior? 
Como se costuma dizer, haja saúdinha!!!! 

segunda-feira, 11 de maio de 2015

O nosso Porto pela Marcia


Relembrar o nosso sitio. Relembrar o nosso Porto. Estas são as melhores prendas que dou ao Guilherme, tenho a certeza. Gosto de lhe dar fotos, pois estou a dar-lhe memórias. Estou a mostrar-lhe de que granito ele é feito. Neste caso, mostrei-lhe também como se fazem sonhos ou de que cor são os beijos. Mostrei-lhe como é ser feliz ao som das suas musicas favoritas. Gosto de prendas assim.


Com o profissionalismo da lente da Marcia da Stim-Photography e à mistura com uma fabulosa conversa sobre educação de crianças. (temos de a continuar um dia!)




quinta-feira, 7 de maio de 2015

Atrasos

Por falar em falta de profissionalismo...Estou sentada há 1h no carro à espera. Sentadinha à espera de uma pessoa que por acaso esqueceu-se de me avisar que ia chegar atrasado. Mais de 1h atrasado. E se eu estivesse a tomar uma água fresca e a olhar para o mar..mas estou no fim do mundo, dentro do carro com 40gdaus lá fora e muita poeira! 
Custa responder? Custa avisar? Custa ser educado no trabalho e ter brio no que fazemos? Em Angola há trânsito, há imprevistos inimagináveis, mas há telefones! 

fodassssssss......!!!!!! 

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Compras on line



Eu gosto de compras. Eu gosto de compras ponto final. E gosto mais ainda de compras que não me dão trabalho, que não me fazem andar a pé, que não me fazem experimentar roupa em cubículos apertados. Ou seja, se eu gosto de compras, eu adoro compras on line. Foram criadas certamente à minha semelhança. Permitem escolhas ponderadas, com tempo, no sofá. Permitem guardar e ir ver outros sites e só depois decidir.
Se eu já era fã de sites de compras, com o nascimento do Guilherme, fiquei ultra viciada. O que é grave, pois o senão destas compras, é que não se sente o dinheiro “a sair” do porta moeda e como tal, “olho que não vêm, coração que não sente”, ele vai a uma velocidade quase catastrófica.

Adiante. Ou seja, eu sou consumidora frequente de compras on-line, sejam elas lojas ditas normais, como a Zara, Uterque etc, sejam lojas negócios de “facebook”. E é aqui que começa o drama de hoje.
Já aqui escrevi sobre isto e de nada adiantou pois continuo a comprar, ou a utilizar os serviços, mesmo tendo a noção que não deveria. 

Com a dita crise, instalada em Portugal nos últimos anos, muitas foram as pessoas, com ou sem vocação, que meteram pernas (e mãos) ao caminho e montaram pequenos (ou não) negócios.
Até ai??Nada! Excelente! Hoje em dia, deverão ter, a meu ver, negócios com rentabilidades de verdadeiros salários. Até ai? Nada! Excelente. Agora pergunto eu…E faturas? Passam estas pessoas faturas? Nunca tal vi. Já comprei dezenas de pulseirinhas e camisolinhas e colares na net e até ao presente dia, nunca recebi uma única fatura de nada. Nem uma.
Serviços que contratei? Igual! Nunca recebi nada. Não que para mim sirva de alguma coisa, além de pagar impostos para o meu País, mas sinceramente acho que os inspetores das finanças andam a dormir. Eu vejo as imagens dos acuais “mercaditos” que devem movimentar milhares e milhares de euros e os avisos que não há multibancos e pergunto-me: mas há faturas? 

Custa-me ver isto tudo. Mas muito mais que isto, e friso bem, custa-me não ter um sítio para reclamar a falta de profissionalismo com que alguns destes negócios trabalham. Solicitei um trabalho no passado mês a um site do fb. Um trabalho que no meu entender era bastante bem pago. Não reclamei sequer (nem podia!) e nem sequer ponderei o preço porque gosto do trabalho da pessoa em questão e porque sou defensora que o trabalho criativo deve ser bem pago.
Não tive resposta. Feita burra (aliás muitooo) tornei a solicitar o preço. À segunda, respondeu com email “feito” e tabela de preços. Aceitei. Pedi nib e condições de efetuar o dito trabalho. Resposta? Zero! Tornei a insistir (burra+ursa) e até avisei que afinal queria dois trabalhos!!!  Obtive como resposta, que se encontrava ausente do pais e como tal só na semana seguinte me poderia responder. Desde esse email, datado de 1 de Abril, nunca mais houve palavra. Nem sequer respostas aos meus posteriores emails.
Pergunto…e agora, queixo-me a quem? Ser boa no que faz é suficiente? Onde está a educação, o profissionalismo? Se fosse uma loja, eu resolvia o assunto. Assim, limito-me a um simpático email de resposta, tendo no intimo a certeza que o mesmo, provavelmente é lido, com a mesma falta de respeito com que todo o assunto foi tratado. Conclusão, faz-me muita falta um livro amarelo on-line.



quinta-feira, 30 de abril de 2015

Pensar



Voltamos ao ritmo normal. Muito trabalho, pouco tempo e muito calor. Alguma piscina e muitas gargalhadas. Chego à conclusão, que não me admira, que tudo na minha vida é drástico. Ou muito muito, ou quase nada. Ou preto, ou branco. Como Africa. Ou chove torrencialmente ou não se aguenta o sol abrasador. Mas eu gosto da vida assim. Já aqui transmiti varias vezes o meu desagrado pelo “não chove nem molha” ou tripeiramente (palavra bonita esta que inventei!) falando, “nem fod%&$# nem sai de cima!”. 

Olho para as três semanas que passei em Portugal e sinto que já estão tão longe. Tão longe. Parece que nem sai daqui. Tudo à inha volta está "normal". Penso em tanta coisa que ficou por fazer. Em tudo o que tinha anotado e que ficou por cumprir (desculpa Sofia, desculpa Diana). Mas também olhos as fotos e vejo o tanto que aproveitamos. Tantos momentos bons e felizes com quem “nos faz parte”. Pensei muitas vezes, principalmente a ver o céu azul do meu Porto, em como seria feliz ali outra vez. Pensei, repensei e no momento a seguir tive duvidas. Será que ia ser feliz ali outra vez? Será que ia ser completa outra vez? Uma vez fora, será que encaixaria nvamente a100% na minha terra, no meu Porto, no meu País? nos primeiros quinze segundos de cada pensamento, digo que sim com convicção. Nos seguintes quinze hesito, nos outros prefiro deixar de pensar.
Tudo mudou, tudo é diferente. A minha terra, o meu Porto, eu, nós. Por isso, nem penso!
 
Aliás, desde que cheguei ainda não consegui parar para pensar. Pensar em tudo o que tenho para fazer. Pensar em tudo o que me falta fazer. Pensar nas nossas férias deste ano. Pensar em nada e pensar só.

E na sexta-feira, feriado, vou estar ocupada demais a apanhar sol e a retocar o bronze para pensar!

domingo, 26 de abril de 2015

Até já Porto.

O meu Porto. Adeus. Até ao verão. Voltamos já. O Guilherme subiu as escadas do avião a correr, feliz. A sorrir, como quem volta para casa. Esse provavelmente é o seu sentimento. O Guilherme volta a casa. Eu deixo a minha. Deixo o meu Porto, cada dia mais lindo. Deixo os meus. Mas a alegria dele, quase contagiante, faz-me sorrir. Fui!