Como se costuma dizer, haja saúdinha!!!!
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Dias difíceis
Quando achamos que as coisas não podem piorar, eis que parece que nem há tempo para respirar! Não digo dormir sequer, digo respirar. O trabalho acumula a um ritmo a absurdo e os próximos dias adivinham-se ainda piores. Viagens do Nuno para a província, reuniões até as 11h da noite, visitas à obra agendadas para domingo. Podia ser pior?
segunda-feira, 11 de maio de 2015
O nosso Porto pela Marcia
Relembrar o nosso sitio. Relembrar o nosso Porto. Estas são as melhores prendas que dou ao Guilherme, tenho a certeza. Gosto de lhe dar fotos, pois estou a dar-lhe memórias. Estou a mostrar-lhe de que granito ele é feito. Neste caso, mostrei-lhe também como se fazem sonhos ou de que cor são os beijos. Mostrei-lhe como é ser feliz ao som das suas musicas favoritas. Gosto de prendas assim.
Com o profissionalismo da lente da Marcia da Stim-Photography e à mistura com uma fabulosa conversa sobre educação de crianças. (temos de a continuar um dia!)
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Atrasos
Por falar em falta de profissionalismo...Estou sentada há 1h no carro à espera. Sentadinha à espera de uma pessoa que por acaso esqueceu-se de me avisar que ia chegar atrasado. Mais de 1h atrasado. E se eu estivesse a tomar uma água fresca e a olhar para o mar..mas estou no fim do mundo, dentro do carro com 40gdaus lá fora e muita poeira!
Custa responder? Custa avisar? Custa ser educado no trabalho e ter brio no que fazemos? Em Angola há trânsito, há imprevistos inimagináveis, mas há telefones!
fodassssssss......!!!!!!
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Compras on line
Eu gosto de compras. Eu gosto de
compras ponto final. E gosto mais ainda de compras que não me dão trabalho, que
não me fazem andar a pé, que não me fazem experimentar roupa em cubículos apertados.
Ou seja, se eu gosto de compras, eu adoro compras on line. Foram criadas
certamente à minha semelhança. Permitem escolhas ponderadas, com tempo, no
sofá. Permitem guardar e ir ver outros sites e só depois decidir.
Se eu já era fã de sites de
compras, com o nascimento do Guilherme, fiquei ultra viciada. O que é grave,
pois o senão destas compras, é que não se sente o dinheiro “a sair” do porta
moeda e como tal, “olho que não vêm, coração que não sente”, ele vai a uma
velocidade quase catastrófica.
Adiante. Ou seja, eu sou
consumidora frequente de compras on-line, sejam elas lojas ditas normais, como
a Zara, Uterque etc, sejam lojas negócios de “facebook”. E é aqui que começa o
drama de hoje.
Já aqui escrevi sobre isto e de
nada adiantou pois continuo a comprar, ou a utilizar os serviços, mesmo tendo a
noção que não deveria.
Com a dita crise, instalada em Portugal
nos últimos anos, muitas foram as pessoas, com ou sem vocação, que meteram
pernas (e mãos) ao caminho e montaram pequenos (ou não) negócios.
Até ai??Nada! Excelente! Hoje em
dia, deverão ter, a meu ver, negócios com rentabilidades de verdadeiros salários.
Até ai? Nada! Excelente. Agora pergunto eu…E faturas? Passam estas pessoas faturas?
Nunca tal vi. Já comprei dezenas de pulseirinhas e camisolinhas e colares na
net e até ao presente dia, nunca recebi uma única fatura de nada. Nem uma.
Serviços que contratei? Igual!
Nunca recebi nada. Não que para mim sirva de alguma coisa, além de pagar
impostos para o meu País, mas sinceramente acho que os inspetores das finanças andam
a dormir. Eu vejo as imagens dos acuais “mercaditos”
que devem movimentar milhares e milhares de euros e os avisos que não há multibancos
e pergunto-me: mas há faturas?
Custa-me ver isto tudo. Mas muito
mais que isto, e friso bem, custa-me não ter um sítio para reclamar a falta de
profissionalismo com que alguns destes negócios trabalham. Solicitei um
trabalho no passado mês a um site do fb. Um trabalho que no meu entender era
bastante bem pago. Não reclamei sequer (nem podia!) e nem sequer ponderei o
preço porque gosto do trabalho da pessoa em questão e porque sou defensora que
o trabalho criativo deve ser bem pago.
Não tive resposta. Feita burra
(aliás muitooo) tornei a solicitar o preço. À segunda, respondeu com email “feito”
e tabela de preços. Aceitei. Pedi nib e condições de efetuar o dito trabalho.
Resposta? Zero! Tornei a insistir (burra+ursa) e até avisei que afinal queria
dois trabalhos!!! Obtive como resposta,
que se encontrava ausente do pais e como tal só na semana seguinte me poderia responder.
Desde esse email, datado de 1 de Abril, nunca mais houve palavra. Nem sequer respostas
aos meus posteriores emails.
Pergunto…e agora, queixo-me a
quem? Ser boa no que faz é suficiente? Onde está a educação, o
profissionalismo? Se fosse uma loja, eu resolvia o assunto. Assim, limito-me a
um simpático email de resposta, tendo no intimo a certeza que o mesmo, provavelmente
é lido, com a mesma falta de respeito com que todo o assunto foi tratado. Conclusão, faz-me muita falta um livro amarelo on-line.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Pensar
Voltamos ao ritmo normal. Muito
trabalho, pouco tempo e muito calor. Alguma piscina e muitas gargalhadas. Chego
à conclusão, que não me admira, que tudo na minha vida é drástico. Ou muito
muito, ou quase nada. Ou preto, ou branco. Como Africa. Ou chove torrencialmente
ou não se aguenta o sol abrasador. Mas eu gosto da vida assim. Já aqui
transmiti varias vezes o meu desagrado pelo “não chove nem molha” ou tripeiramente
(palavra bonita esta que inventei!) falando, “nem fod%&$# nem sai de
cima!”.
Olho para as três semanas que
passei em Portugal e sinto que já estão tão longe. Tão longe. Parece que nem sai daqui. Tudo à inha volta está "normal". Penso em tanta coisa que
ficou por fazer. Em tudo o que tinha anotado e que ficou por cumprir (desculpa
Sofia, desculpa Diana). Mas também olhos as fotos e vejo o tanto que
aproveitamos. Tantos momentos bons e felizes com quem “nos faz parte”. Pensei
muitas vezes, principalmente a ver o céu azul do meu Porto, em como seria feliz
ali outra vez. Pensei, repensei e no momento a seguir tive duvidas. Será que ia ser feliz ali outra vez? Será que ia ser completa outra vez? Uma vez fora, será que encaixaria nvamente a100% na minha terra, no meu Porto, no meu País? nos primeiros quinze segundos de cada pensamento, digo que sim com convicção. Nos seguintes quinze hesito, nos outros prefiro deixar de pensar.
Tudo mudou, tudo é diferente. A minha terra, o meu Porto, eu, nós. Por isso, nem penso!
Aliás, desde que cheguei ainda não consegui parar para
pensar. Pensar em tudo o que tenho para fazer. Pensar em tudo o que me falta
fazer. Pensar nas nossas férias deste ano. Pensar em nada e pensar só.
E na sexta-feira, feriado, vou
estar ocupada demais a apanhar sol e a retocar o bronze para pensar!
domingo, 26 de abril de 2015
Até já Porto.
O meu Porto. Adeus. Até ao verão. Voltamos já. O Guilherme subiu as escadas do avião a correr, feliz. A sorrir, como quem volta para casa. Esse provavelmente é o seu sentimento. O Guilherme volta a casa. Eu deixo a minha. Deixo o meu Porto, cada dia mais lindo. Deixo os meus. Mas a alegria dele, quase contagiante, faz-me sorrir. Fui!
terça-feira, 14 de abril de 2015
O meu Porto #3
Porto novamente. A minha paixão. A cidade onde mora o meu coração. No sábado, enquanto tomava café no Guindelense (local a inserir nos roteiros do meu Porto) falava com a Marcia da Stim, sobre o meu bairrismo. Sobre o meu anterior bairrismo e a minha actual (pós-condição de emigrante) adoração tripeira.
Falar deste tema nos Guindais é fácil. Falar deste tema a ver o Guilherme com o elevador a passar como pano de fundo é demasiado fácil mesmo. É orgulho puro. É amor. É do cimo do Douro, achar que somos os maiores e que tudo podemos. É achar que somos feitos de granito e que como duros que somos vamos vencer e vamos ser sempre felizes. Falar disto aqui e acreditar que o futuro vai ser fácil, vai ser bom, porque temos o nosso Porto de abrigo.
Fizemos uma sessão fotográfica diferente desta vez. Com o Porto sempre, mas um Porto urbano, actual, gráfico. Um Porto com talento que merece ser visto. Uma sessão que irá crescer trimestralmente.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
O meu Porto #2
Na sexta feira, o programa foi animado. Jantar de gajos e jantar de gajas. À boa maneira do Norte, do Porto.
Cada grupo com a sua escolha (lógica escolha, mesmo!). Enquanto que os nossos maridos literalmente se empanturravam com comidinha portuguesa nortenha no "Rei dos Galos de Amarante" nós, como gajas muito xic que somos, fomos "deliciar-nos" com Ostras, no "Ostras e Coisas". Coisa boinha! Jantar e conversa boa, das que fazem falta mais vezes (para nós é certo, pois para os restantes clientes do espaço, julgo que o tom animadíssimo da nossa conversa, não agradou tanto).
Falamos e falamos e falamos. E comemos. Comemos bem.
É bom ver no Porto uma quantidade de restaurantes novos tal, que vindo a cada três meses não me consigo actualizar.
Este é novo e vale a pena. As ostras são boas (o resto também), e o espaço agradável, fresco, elegante sem ser pretensioso. Falta a meu ver na sala de cima, o "fresco" da sala de baixo. Falta um azulejo azul, um toque de peixaria, um toque de mar. O Porto cresce a olhos vistos. Aparecem coisas novas em cada esquina, embora a meu ver, começa a não haver qualquer critério de abertura. Já vi o espaço da " melhor torrada do mundo"!!! Valha-nos!!!!
Haja algum bom senso. Ninguém que vem visitar a nossa, a minha cidade, quer comer torradas! O Porto tem potencial mas tem de crescer "ajuizadamente", com qualidade. Muita qualidade. Não podemos nem devemos deixar abrir qualquer hostel, qualquer "melhor do mundo". Deverá haver uma forte e apertada vigilância no que nasce na cidade, sob pena de nos vulgarizamos. E o Porto não é e não pode ser vulgar.
O meu Porto #1
O Porto é nosso. As ruas nunca acabam e andamos e andamos e andamos. Cada vez que voltamos o Nosso Porto está melhor. Está ainda mais bonito (quase que como isso fosse possível!). São duas dedicados à cidade, à família e à gastronomia. Ora vai que se experimentam coisas novas, ora vai que se repetem as preferidas. É uma semana de assimilação. Quer de calorias, quer de vistas, quer de conhecimento.
Na 5feira repetimos o Kyoto, onde a relação qualidade/preço no sushi continua optima. Hoje experimentamos o Stash-Sandwich Room, que apesar da simpatia e paciência (muita, kilos dela) do staf para com o Guilherme me deixou desapontada. As sandes de porco são boas, as batatas com alecrim simpáticas mas... São apenas isso, simpáticas. Não me fazem lá ir de propósito! O espaço é interessante apesar de achar demasiado pequeno para possuir rentabilidade. Mas realmente e para grande pena minha, que sou grande amante de pãozinho e de tudo o que com ele se relacione, não é um espaço de figurar em nenhum roteiro. Nem sequer do meu roteiro trimestral.
terça-feira, 7 de abril de 2015
Ipo
Dia de ferias doente. Ninguém merece. Tarde de ferias no Ipo. IPO com atrasos monumentais. Tempos de espera de mais de 2horas. Mas o sorriso de sempre. A disponibilidade de sempre. A piada. O estarem aqui ao lado para nos. Gosto destas pessoas. Ao longo de quase quase 8 anos (1 contacto a 16 de Maio de 2007) já conheci dezenas de profissionais. Nunca tive menos de um sorriso. Nunca sai daqui, mesmo com as más notícias, vazia, sem um carinho ou uma palavra. Muitas vezes, quase todas, pergunto-me como é possível. Como estas pessoas vêm tudo isto e sorriem. E brincam. E têm famílias em casa e brincam com os seus filhos após horas de tragédias. Já tive aqui muito medo. Ja tive boas notícias. E conheço aqui pessoas fabulosas que acima de tudo se preocupam. E isso é tanto.
Se eu acredito em super-heróis?? Não! Mas que os há, há!!
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