segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Joias com significado
Quem me conhece sabe que gosto de joias. Gosto de dar e receber joias. E quando digo joias (e já disse demasiadas vezes neste post!) , não quero necessariamente dizer ouro, diamantes, pedras preciosas. Muitas vezes, a maioria das vezes até, significa algo amarrado com um fio. Uso esta palavras pelo seu significado. Joia, como algo precioso, com muito significado.E se gosto de dar e receber peças destas, mais ainda quando possuem um significado espcial. Quando querem dizer algo, quando nos recordam alguém ou algum momento belo.
Como já falei aqui alguma vezes, felizmente tenho algumas peças destas. Peças que me acompanham quase diariamente (para isto, também conta eu ser hiper preguiçoso e me custar horrores mudar de pulseiras ou fios de manha quando me visto) e que me fazem lembrar coisas especiais da minha vida.
Recentemente ofereceram-me mais duas peças belíssimas, e como eu gosto, com muito significado!
No meu aniversario, os meus pais oferecem-me um pulseira linda, finíssima, super elegante, com um menino. Uma perfeição de menino. No batizado do Guilherme, a minha grande amiga, ofereceu-me esta medalha que publico. Uma medalha que coincidentemente esteve nos meus olhos nessa mesma semana...Palavras para que? São prendas de quem nos conhece bem.
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
O meu projecto . A minha casa
Dei por mim a ver imagens de minha casa. Da minha primeira casa. Da minha verdadeira casa. Uma casa que desenhei com carinho e atenção (demasiada até) cada cm. Que desenhei moveis. Que escolhi tecidos e madeiras. Muito antes mesmo de saber que a minha vida profissional ia fazer uma curva ligeira, abarcando o mundo dos interiores. Gosto do resultado. Mudaria já muita coisa é certo, mas gosto da leveza, da frescura, do ambiente claro, simples, da luz que entra em cada compartimento.
Gosto de casas que digam quem lá vive. E a minha transparece a nossa vida, as nossas viagens, as nossas escolhas.
Acho importante uma casa ir sendo construida. Não ser algo estanque, fechado. Mas a base tem de ser única, ser pensado como um todo, em que cada viagem, cada momento especial do ano, cada fotos, preenche um espaço. Gosto de misturar imagens, padrões, cores, texturas. Gosto de contrastes.
Gosto de fazer o trabalho completo, cada vez mais. De partir ou desenhar a parede, escolher o mármore e em seguida o tecido da almofada que ali irá pousar. Julgo cada vez mais que o meu pensamento está mais completo. Imagino o tijolo, a cor da parede, já pensando na jarra que ali irá ser colocada.
Quero continuar a fazer isto. Tenho a certeza disso. E em semanas complicadas, semanas com pouco descanso, obra, lama, chuva, encomendas que não chegam ou papeis de parede que vêm trocados, esta certeza é uma segurança.
Moveis desenhados por mim e executados por um belíssimo profissional de Paços de Ferreira
Papel de parede quarto do Gui by Little Hands
Fotografias by Liliana Mendes
Almofadas tecidos Designers Guild
Tapetes By Lusotufo
sábado, 22 de novembro de 2014
37
Faço 37 anos hoje. 37. Ou 37!!! Nunca fui gaja de me preocupar com a idade mas sinceramente 37, são "3 para os 40". Xiça!!! E não me venham lá com as novas idades que isso para mim é treta. 20 são 20, 30 são 30 e 40.. 40 pressupõe outra passagem. Não sei bem para que pressupõe. Estou na praia (este ano ainda não nas Maldivas), num óptimo e fabuloso dia de sol, com os meus mais que tudo. Poderia querer mais? Não sei. É justo pedir mais? Lembro-me de há 7 anos atrás, quando fui operada ao pulmão, pensar.."eu queria fazer 30 anos!". E fiz! 30, 31 , 33 (varias vezes segundo um querido amigo), e hoje 37. Tenho saúde (como diz o meu medico "renovada a cda seis meses"), um filho absolutamente incrível, os meus têm saude, tenho casa e emprego. E estou na praia, que para mim é como ar! Por isso sou feliz. Querer mais? Quero! Gostava de ter quem gosto por perto nestes dias. Tenho saudades do meu pais. Tenho pena de não poder viver em Portugal. E Também gostava de estar nas Maldivas hoje!
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Fotografias da festa

Não posso deixar de referir mais uma vez o trabalho fabuloso das pessoas que ajudaram a tornar este dia um dia ainda mais especial:
* Saom - o sitio é fabuloso, (respira-se Porto), o catering impecável, o serviço perfeito
* Raquel Peão, amiga de longa data que desenhou a "Safari Jungle Party"
* Liliana Mendes - a fotografa que eternizou o dia com estas lindas imagens
* Joana Folhadela que nos ajudou mais um ano a mostrar como se faz carinho com papel
* Francisca Neves que fez os bolos e bolachas absolutamente maravilhosos e saborosos
36 anos e 362 dias
Sentada no computador. Mais um dia de (muitas horas de) trabalho. Demasiadas até para quem trabalha em processos criativos. Mas isso seria levantar mais uma vê a discussão de trabalhar sobre pressão vs criatividade. Enfim! Cansada. E ainda é 4ª feira. Quase quase a fazer 37anos! Obrigatório pensar na vida. Ou não! Fazer balanços. Pensar em tudo o que consegui ate agora, tudo o que tenho, tudo o que sou. O que sou? Como me definiria aos 37 anos? Mulher, Mãe, Arquiteta? Talvez. Sou feliz. Podia ser mais? Podia! Mas sou feliz. Mas ainda não é este ano que festejo nas Maldivas. Mas acreditem, esse dia vai chegar!
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Fim de semana bom
Sabado e Domingo de praia. Noite bem dormida depois de jantar com amigos. Fins de semana preenchidos que dão alento para a semana. O verão está finalmente a chegar. O sol já queima e os vestidos coloridos já combinam com o tom bronze. A agua salgada ainda fresca ajuda ao despertar. Mergulhar e mergulhar. Areia nos dedos dos pés a acompanhar conversas futeis. Preciso disto para aguentar Angola.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
*
Já escrevi varias vezes sobre a vida não ser justa. Sobre os atropelos que sofremos volta e meia. Haverá alguma maneira de nos habituarmos a ser abalroados por algo que não controlamos nem prevemos? Julgo que não. Há que viver a vida no dia a dia, tentando nem sequer pensar em algumas possibilidades. Porque há possibilidades que nos deitam abaixo, que nos tiram o chão, nos apertam de tal forma o coração que nao nos deixam respirar. E ficamos sem respirar uns dias. Mas depois, vem uma lufada de ar fresco, carregada das melhores notícias. E é aqui que acreditamos na Vida outra vez!
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