quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Fotografias da festa

  




















Não posso deixar de referir mais uma vez o trabalho fabuloso das pessoas que ajudaram a tornar este dia um dia ainda mais especial:

* Saom - o sitio é fabuloso, (respira-se Porto), o catering impecável, o serviço perfeito
Raquel Peão, amiga de longa data que desenhou a "Safari Jungle Party"
Liliana Mendes - a fotografa que eternizou o dia com estas lindas imagens
Joana Folhadela que nos ajudou mais um ano a mostrar como se faz carinho com papel
Francisca Neves que fez os bolos e bolachas absolutamente maravilhosos e saborosos




36 anos e 362 dias

Sentada no computador. Mais um dia de (muitas horas de) trabalho. Demasiadas até para quem trabalha em processos criativos. Mas isso seria levantar mais uma vê a discussão de trabalhar sobre pressão vs criatividade. Enfim! Cansada. E ainda é 4ª feira. Quase quase a fazer 37anos! Obrigatório pensar na vida. Ou não! Fazer balanços. Pensar em tudo o que consegui ate agora, tudo o que tenho, tudo o que sou. O que sou? Como me definiria aos 37 anos? Mulher, Mãe, Arquiteta? Talvez. Sou feliz. Podia ser mais? Podia! Mas sou feliz. Mas ainda não é este ano que festejo nas Maldivas. Mas acreditem, esse dia vai chegar!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Fim de semana bom

Sabado e Domingo de praia. Noite bem dormida depois de jantar com amigos. Fins de semana preenchidos que dão alento para a semana. O verão está finalmente a chegar. O sol já queima e os vestidos coloridos já combinam com o tom bronze. A agua salgada ainda fresca ajuda ao despertar. Mergulhar e mergulhar. Areia nos dedos dos pés a acompanhar conversas futeis. Preciso disto para aguentar Angola.  

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

*

Já escrevi varias vezes sobre a vida não ser justa. Sobre os atropelos que sofremos volta e meia. Haverá alguma maneira de nos habituarmos a ser abalroados por algo que não controlamos nem prevemos? Julgo que não. Há que viver a vida no dia a dia, tentando nem sequer pensar em algumas possibilidades. Porque há possibilidades que nos deitam abaixo, que nos tiram o chão, nos apertam de tal forma o coração que nao nos deixam respirar. E ficamos sem respirar uns dias.  Mas depois, vem uma lufada de ar fresco, carregada das melhores notícias. E é aqui que acreditamos na Vida outra vez! 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Compras

Passam morangos do Lubango e já não vou a tempo de chamar a moça. Saldo! Bolachas fritas que nunca provei. Pipocas doces e salgadas, talvez os vendedores mais castiços pelo volume. Vestidos em tecidos do Congo. Saldo! Cds. Sapatilhas adidas. Tomadas T, extensões. Uma cana de pesca. Porta fatos. Pentes, agulhas e linhas das mais variada cores. Cocos e mangas ainda verdes. Relógios de parede. Agua e refrigerantes. Saldo! Almofadas. Molduras e duche de chuveiro. Pipocas again. Pilhas, pinças, phobes e capa de iPhone. Oculos de sol. Cruzetas com e sem pinças. Coletes e triângulos. Telemóveis. Fraldas de pano. Raquetes chinesas mata-mosquitos e espanadores do pó. Óculos de sol. Gravatas. Pára-sol do Mickey. Maquinas de aparar barba e cabelo. 




Isto foi a minha visita ao Shoping em 500m, 1h20m de transito! Podia ser pior.

sábado, 18 de outubro de 2014

Wish list #8 . Furla


Para que não se pense que este blog só  serve para falar de coisas serias... Não. Continuo a adorar compras e coisas bonitas e ultra consumíveis.



Furla. Cada vez melhor. 


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Amigas

A propósito de um dos meus últimos posts sobre jantares de amigas... 
Eu tenho amigas boas. Amigas muito boas. Grandes, majestosas. Cada uma no seu esplendor. Tenho amigas de há muitos anos, do tempo da escola. Tenho amigas mais recentes, do tempo de adulta. Tenho amigas em Angola, que a vida de emigrante me deu. Mas tenho orgulho em ter amigas assim. Muito orgulho. Gajas com G. Algumas boas mães, outras excelentes solteiras! Todas fabulosas profissionais que sabem o que fazem. Gosto de mulheres competentes.  Sinto a falta de muitas que estão longe, mas também sinto que lhes dou mais valor pela distancia. Já tive grandes desilusões e certamente já desiludiu algumas amigas também, mas julgo que a idade ou maturidade nos dão algumas distancia, algum poder de selecção e escolha, evitando alguns erros. Tenho amigas com quem não falo durante semana. Mas tenho amigas que adivinham os meus pensamentos e que juntas passamos momentos ou recordamos momentos que me fazem sentir viva. Já choramos muito juntas. Já rimos até mais não. Já caímos e já nos levantamos. Crescendo e evoluindo. 

Escrevi isto porque estou com saudades de coisas de amigas. Coisas de regueifa, vinho, palermices e gargalhadas (piada privada que nem eu mesma atingi!)

Sou felizarda porque tenho umas amigas do Caralh........

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Sobre o baptizado

Sobre o baptizado. Sobre a cerimônia e o seu signifcado. Há tanto a dizer, tanto a escrever. Tantas duvidas, incertezas, questões por resolver ou responder. Algumas certezas: foi uma escolha certa, uma cerimônia fabulosa e há padres incríveis.
Desde que o Guilherme nasceu, nunca tivemos os dois grandes conversas sobre o batizado. Falamos sim, muitas e variadas vezes sobre a escolha dos padrinhos. Sim, porque no nosso entendimento, a criatura tinha direito a ter padrinhos (tinha a ideia de já ter escrito sobre isto, mas não encontro o post! o que só comprova a minha teoria que a minha memoria já deu frutos noutros tempos..). Ter padrinhos não implica um baptismo. Eu própria sou madrinha sem cerimônia e não menos especial por isso. Ter padrinhos implica um ritual de ter alguém especial na nossa vida. Quase como um "tio especial".  E independentemente do ser católico ou não, eu queria dar isso ao meu filho. Queria que alem de todos os "tios" fabulosos que o meu filho tem a aorte de possuir, queria que um fosse especial. A escolha foi mais ou menos fácil e mais ou menos consensual. Gostávamos os dois de duas ou três pessoas e achávamos que qualquer das opções era perfeita. Optamos por alargar a família. Optamos por dois Amigos. Dois amigos de A (grande) que sabemos que serão especiais na vida do Guilherme.
O baptizado foi sendo assim um tema permanentemente adiado. Não há, pela nossa parte, pratica catolica e por isso, não fazia grade sentido. Há fé, mas de   certa forma uma fé diferente, especial e que provavelmente não justificaria o acto do baptismo para a grande, grande maioria dos padres.
Por isso, quando decidimos batizar o Guilherme só fazia sentido com alguém tão especial como a nossa fé. Alguém que nos entendesse e nos percebesse. Alguém atual. Alguém que dá à Igreja Católica uma palavra diferente, um sentido com o qual nos identificamos. Alguém para quem a Igreja evolui, para quem é natural as crianças correrem nos corredores e rirem-se à gargalhada na cerimônia. Alguém que não nos obriga a casar e diz que temos obrigação de ser felizes. Sim, porque se tivemos um filho, temos a obrigação de o fazer feliz! Esse alguém provou-nos na cerimonia que a nossa escolha estava certa, que as palavras foram as certas. Foi uma cerimonia instintiva, sem ensaios, sem aprender as palavras correctas a repetir. Foi uma cerimonia onde nos disseram que o que interessa é que o Guilherme seja feliz e que para isso, nós temos de ser felizes.

Foi uma cerimônia simples, informal, quase que uma conversa entre amigos que se junta em torno dum assunto. O Gui corria pelos corredores da Igreja e  os convidados riam-se à vontade.

Este o melhor baptismo possível!