sexta-feira, 14 de junho de 2013

Aventura em Luanda #2

Post escrito no taxi na terca feira e publicado hoje já feliz em terras lusas! 

Taxi parte 2. Post iniciado na terceira aventura. Ontem fui na "taxi jovem". Pedi no dia anterior para as 7horas e como ja estav a supor, as 6h16m, enquanto aproveitava os meus últimos minutos, pimba!!! Liga o taxista a confirmar o meu pedido. Confirmei e pedi-lhe para não se atrasar. Diz-me ele... "Maezinha (raio de tratamento que nao consigo achar piada) se às 6h40m eu não conseguir, vou enviar o mano." E eu pensei ...pronto, já fui! Devo chegar às aulas às 10!!! Às 7h10m desci e belíssima surpresa, vejo o taxi a aproximar-se. Tudo correu lindamente, tirando pagar mais 50% que o normal (que já é um escândalo) com a justificação dada pelo taxista que os taxis desta empresa dão melhores! Esta melhoria fez com que pagasse 60usd em vez dos habituais 40, por um trajecto que em Portugal pagaria 15€ talvez..mas This is Angola! 
Ontem à noite liguei para a empresa mais barata. E a resposta foi que "não marcamos para amanha. A senhora tem de ligar amanha". Tentei ligar directamente para o taxista do rali de sexta e estava desligado. Fui dormir a pensar " seja o que o Deus dos taxis quiser". Levantei-me mais cedo que o habitual e do que precisaria para me arranjar na expectativa de chamar o taxi e isto funcionar bem. 
Primeira chamada - taxi Morvic - " vou ver quem esta disponível e volto a ligar ".
Segunda chamada - taxi Morvic (5m depois) - "nao tenho ninguém disponível e por isso nao liguei senhora! " azar o meu que preciso de chegar a horas. 
Terceira chamada - taxi jovem (empresa cara) - tenho taxi mas é daqui a bocado. Mas eu preciso agora. Mas agora nao da. Eles estao todos a aspirar p carro senhora. Tem de aguardar! Ora Fod$<<>>%gGgh!!! 
Eu preciso é AGORA! Bem, passando a frente diálogos sem sentido, acabei por desligar e insistir na empresa anterior que me forneceu um número sum taxista, que estava perto e que me veio buscar.
Resumindo o assunto de uma forma pratica, os taxis em Luanda não funcionam. E não vão funcionar tão cedo. Simplesmente porque eles ainda não perceberam o sentido do taxi e o seu objectivo. Simplesmente porque eles acham que o cliente tem de se sujeitar. O cliente é que tem de ligar vezes sem conta ao taxista, tem de chegar atrasado e ainda tem de pagar pequenas fortunas para ter o privilegio de fazer rali pela cidade. Sem falar que cada empresa pode fazer o preço que entender. Eu sei que os taxis como nós conhecemos tem pouco mais de dois anos em Luanda, mas a começarem os serviços com vícios deste género, dificilmente atingirão níveis aceitáveis. Haja paciência! Muita !

sábado, 8 de junho de 2013

Aventuras em Luanda #1

Começo a escrever de dentro do taxi. O meu primeiro taxi em Angola. Ao fim de 4 anos e 3 meses neste pais pela primeira vez uso o serviço do taxi. Aqui usar o taxi é usar o "candongueiro". Candongueiro é um "taxi" colectivo, as vezes demasiado colectivo até. Uma espécie de mini mini bus, que leva, ou deveria levar 8 pessoas, mas na maioria das vezes leva 10 ou 12. Mais o motorista e o cobrador. Mas que faz percursos mais ou menos certos. Ou seja da Mutamba segue para os Condolenses ou da Maianga para o aeroporto. E o cobrador substitui a placa do destino, gritando-o! Gritando-o ai ponto de se ouvir num sexto andar! Sim, mas não pensem que a minha coragem foi até  ai. Eu estou no taxi mas num taxi quase normal. Um carro só para mim. Sem kuduro a decibeis impossiveis de traduzir...sem apertos porque lá cabe sempre mais um! Digo quase normal porque o chamei (combinei ontem) para as 7horas (sim, 7h da manha) e ele ligou às 6h18m "tou à vir" (grande &€F*%&F¥) enquanto eu aproveitava os meus últimos minutos de sono e chegou a minha beira às 7h42m. E a dizer " maezinha, a culpa nao é minha... Os moços tavam a lavar o carro". E basicamente azar o meu que tenho compromissos. Aqui há uns anos, ouvia e calava, pensando, o país até é deles, eu é que tenho de me habituar. Mas quando se acorda às 6h40m da manha, quando ontem já se chamou um taxi que nem se dignou a aparecer, depois de me mentir durante meia hora a dizer " tou a vir" (que nesta terra quer dizer que está é a ir), quando estamos em Luanda há uns anos... Ouviu o que quis, o que não quis e o que o Deus não queria ouvir...resultado.. Vou por becos e vielas a uma velocidade que levanta a terra e abana os barracos e a ouvir entre kuduro " maezinha, me perdoa..vamos conseguir". Aventuras em Luanda #1

Entramos na auto estrada para eles (via rápida para nós e para mim estrada que não deveria existir aqui pelo seu perigo)... Vamos tentar chegar inteiros! 

Parte 2...
Cheguei inteira e apenas 8m atrasada! Incrível! Quando venho a conduzir saio de casa às 7h15m e chego 5m antes. Da para um cafe rápido. Hoje, sai às 7h42m e cheguei as 8h08m... Haja rali!!! E sorte, muita sorte!

(Escrito ontem mas nem sempre a net permite a publicação)

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Viagens com o Guilherme


A propósito de levar o Guilherme nestas viagens e em outras que pretendo fazer, deparei-me hoje num dos blogs que sigo atentamente, o Diario de Pikitim , com um artigo sobre o porquê de levar as crianças a viajar, mesmo que "supostamente" elas não se lembrem. Vale a pena ler!
  

"There is no question that a feeling of being loved and taken care of allows children to reach higher, to attempt new things, and to trust in themselves. Even if they don’t remember it."

"What children do and see and learn when they are two impacts how they perceive what they do, see, and learn when they are three. And that will impact what happens when they are 4. Although they might not remember it when they are 15 or 20, the impact is there anyway."

 

Isto vem comprovar a minha ideia que O Guilherme mesmo que aparentemente não aproveite, no seu intimo esta a apreender novas expeerincias, e por isso faz todo o sentido leva-lo quando viajamos. Quando regressei a Luanda, no passado mês de Março, um dos meus medos era a reacção do guilhemre às pessoas negras. Em Portugal, nunca havia convivido com pessoas de cor negra e por isso, passou-me pela cabeça que poderia eventualmente estranhar.

Quando chegamos, todos os meus medos revelaram-se infundados. O Guilherme salta de colo em colo, de negros, para chinesas, para homens ou mulheres. Não há cá esquisitices. É bom ter um filho assim. Que é simpatico com todos e que cujas gargalhadas não escolhem raças nem credos. Em Cape Town mais uma vez tivemos essa prova. Enquanto comiamos, o Guilherme passeava no restaurante ao colo de um dos empregados. Claro que haverá uma fase, segundo as etapas normais do crescimento das crianças (que eu li no livro do Dr. Mario Cordeiro) que ele estranhará as pessoas. Mas espero que assim, com estes habitos, estranhe menos.

Na minha opinião, de arquitecta e recente mãe, ou seja de alguém que não percebe puto de psicologia ou de educação de crianças (só da minha e porque é minha), viajar só pode fazer bem. E apesar de os bebés não guardarem as memórias como nós as guardamos, de determinado local ou acontecimento, a diversificação de locais ou de momentos, de pessoas, de cheiros e sabores, permitirá que se habituam ao "variado", ao "diferente". Permitirá que os seus horizontes crescem de uma forma aberta. Claro que dá mais trabalho. Dá sim. E ainda por cima agora que ele come sopa e papa e leite. E tudo variado, e tudo sem poder ser do restaurante. Dá trabalho sim! Mas nada do outro mundo. Fiz sopa para os dias todos, congelei e meti na mala num saco térmico com acumuladores de frio. Cheguei ao destino e coloquei no frigorifico do hotel. E voilá..Sopa para a criança para todos os santos dias. A papa e o leite é misturar com agua, que pode (e  deve) logicamente ser local. Até isto, segundo o médico que acompanhou a viagem de volta ao mundo da Pikitim, afirmou ser saudavel. As crianças habituam-se (claro que dentro dos limites das suas idades) a alimentos variados, aguas diferentes, sabores distintos e tornam-se (espero eu) mais resistentes e menos esquisitas. Quem sabe daqui a uns anos, o Guilherme já come sushi, tandori ou arroz de pauzinhos! (e com a minha sorte, o arroz e as batatas deixa para a mãe comer!).

Como alguém já disse, "viagens é a unica coisa que se compra e nos deixa mais ricos". É isso mesmo! Viajar dá riqueza. A nós e a eles. 


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Fim de semana baby!


Bom fim de semana
e boa praia se for caso disso!


Fotos duras

As fotos são duras, muito duras, mas duma coragem imensa. E por isso duma beleza também incrivel. Deparei-me hoje com este artigo e não pude deixar de o partilhar. Todos os dias sei de casos de cancro novos. Ou da mama, ou do intestino, ou da garganta ou de qualquer outra coisa. É a doença! É o mal! É algo com que vivemos todos os dias e nos deve assustar. Não assustar para ficarmos paralisados, mas assustar, sensibilizar para estarmos atentos, para fazermos exames, para vivermos uma vida melhor e com menos riscos. Estas fotos fabulosas foram tiradas a mulheres, algumas delas lindissimas por sinal, que tiveram de lutar contra este bicho. Este bicho que até lhes tirou a mama mas não lhes tirou a beleza e muito menos a coragem. Continuam mulheres, mulheres lindas e com fotografias exemplares. 

Parabéns a elas e ao fotografo David Jay.





quinta-feira, 30 de maio de 2013

Flores

Gosto de flores. Gosto mesmo muito de flores. E de dar flores. E de receber também. Mas aqui é que a "porca torce o rabo" como se costuma dizer...Eu gosto muito de receber flores mas na maioria das vezes não gosto do que me dão.
Não gosto de ramos pirosos. Não gosto de ramos com laços de fita brilhante. Não gosto de ramos coloridos. Não gosto de gerberas, gladiolos, estrelicias. Gosto de flores brancas, simples, frescas. Gostos de ramos grandes. Gosto de tulipas, muito! Gosto de rosas brncas. Gosto de orquideas! E de há uns tempos para cá descobri na Sanimaia os mesmos gostos que eu. E que à distancia duma mensagem no fb ou dum simples telefonema fazem coisas maravilhosas e em alguns casos especiais até entregam em casa. Aqui ficam as minhas ultimas encomendas para o dia de anos da minha mãe ....

 o meu ramo para a minha mãe 

o ramo do meu pai para a minha mãe

o ramo do Gui para a madrinha
 
o ramo do Gui para a mãe (a nossa primeira encomenda)


quarta-feira, 29 de maio de 2013

8



Oito meses
Oito meses de aprender a ser mãe, a ser uma familia, a ter muitas novas responsabilidades
Oito meses a aprender a brincar e a cantarolar
Oito meses de alegria
Oito meses de medos (meus)
Oito meses de Pocoyo
Oito meses de birras para comer (e cada vez pior)

O Guilherme faz oito meses hoje. 
Faz oito meses hoje que somos uma familia, a cada dia mais unida. A cada dia com mais alegrias, mas também mais medos, mais incertezas, mais duvidas. 
Aos oito meses já temos um dente, já nos sentamos perfeitamente, já demos algumas cabeçadas no chão. 
Aos oito meses já comemos sopa de carne, de peixe, iogurte, açorda, farinha de mandioca.
Aos oito meses já aceitamos uma bolacha que a vizinha nos ofereceu.
Aos oito meses já tentamos gatinhar e quase que conseguimos.
Aos oito meses ganhamos um leão, porque um leão é uma prenda africana e nós vivemos em Africa.
Aos oito meses somos felizes e peço que assim continuemos.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Cape Town a 3


Cape Town é uma cidade fabulosa. Já aqui tinha falado dela das anteriores vezes que lá estivemos. Mas sempre que lá vamos as sensações são muito diferentes. A primeira vez, por altura do Campeonato do Mundo, em Junho de 2010, a euforia era total. Portugal ia jogar, a cidade estava repleta de turistas como nós,  ouvia-se português, via-se a nossa bandeira, enfim...Adorei a cidade, mas quem não adoraria qualquer cidade nestas condições? Para não falar na nossa vitória de 7-0 sobre a Coreia, um jogo debaixo de chuva mas nem por isso menos espectacular. Acho que sempre que me lembro desses momentos, de ouvir "Waka Waka" seguido do nosso hino sob aquela chuva torrencial me arrepio. E não é de frio!
Da segunda vez, fomos no Verão, Março de 2011. CT com calor e muito sol é ainda mais espectacular. Visitamos sítios novos, repetimos antigos, aprendemos mais sobre esta cidade e este país e ficamos a gostar ainda mais.
Desta vez decidimos voltar a três. Ainda que o Guilherme aparentemente aproveite pouco destas viagens, é bom viajar a três. É bom repetir sítios que se gostou ou descobrir locais novos em família. Tirar fotos que ficarão para sempre e desta vez a três. Tivemos a nossa primeira experiência na passagem de ano, na ida à Cote D'Azur e correu tão bem, que não hesitamos em repetir. Claro que agora a viagem era diferente. Dessa vez levamos o Guilherme e as minhas mamas, desta vez, além do Guilherme teve de ir um aprovisionamento de sopas, papa, leite, biberons, pratos, colheres, etc e tal. Nada que não se resolva!
O Guilherme é um bebé que deve gostar de viajar! Porta-se lindamente no avião e colabora bastante não estranhando cama, carro, tempo etc. Acho até que come melhor quando anda no passeio do que em casa.
Fomos apenas quatro dias, mas souberam muito bem. Sair de Luanda para uma cidade como CT é qualquer coisa como "apanhar um ar fresco quase europeu " e sabe sempre bem.
Mas desta vez, talvez por ir em família, houve coisas que chamaram mais à minha atenção. África do Sul é um país sem dúvida belíssimo e com um enorme potencial turístico, mas extremamente racista. Muito racista mesmo. Dos mais racista que conheço. E aliás muitíssimo mais racista que Angola por exemplo. Conheço outros países africanos, subsaarianos, como a Tanzania, a Namibia ou Moçambique e em nenhum deles vi situações como em Africa do Sul. Quando estivemos em Joanesburgo já tinha abordado este assunto com locais, e ouvi relatos preocupantes, mas na minha inocência, ou estupidez, achava que em CT, talvez devido à sua beleza e à sua proximidade de um dos maiores marcos da luta contra o Apartheid, Robben Island, hoje em dia o racismo já não fosse tão visivel. Mas é!
Em Cape Town é impossível ver num restaurante um grupo multi racial. E nem sequer se vê uma mesa de negros a jantar. Os melhores restaurantes são exclusivamente frequentados por brancos e os empregados são negros, sendo que o gerente de sala poderá ser negro, mas na grande maioria é branco.Pergunto a mim mesma...Não haverá numa cidade inteira, a segunda mais populosa do país, negros com capacidade financeira para frequentar estes restaurantes? Tenho a certeza que sim, até porque o partido actualemnte no governo é um "partido negro", logo, consequentemnete terá de haver negros com capacidade monetaria. Até porque CT não é uma cidade cara e em alguns dos seus melhores restaurantes, é possivel de almoçar ou jantar por menos de 50€.
Isso faz-me uma confusão tremenda! Se até alguns anos havia aqui uma justificação para esta separação (uma justificação abominavel mas isso são outros 500!) agora já não há! Nestes últimos anos, os jovens brancos, negros, mestiços ou seja qual for o raio do adjectivo que lhes atribuem, e que à semelhança do que se passa em Angola faz parte do bilhete de identidade, deveriam frequentar as mesmas escolas, as mesmas universidades, as mesmas igrejas, praias, autocarros etc, e consequentemente deveriam fazer amigos de todas as cores. Deveriam namorar entre si, casar, ter filhos, não? Como é possível que isso, passados 19 anos ainda não aconteça? O fim do apartheid, onde as pessoas eram separadas em negros, brancos, de cor ou indianos, foi oficialmente declarado em 1994 e hoje em dia não há brancos com amigos negros? Há milhares de crianças que já nasceram livres desta estupidez de leis e preconceitos, porque não há misturas? Porque não há escolas "multi raciais"? E quando eu digo que não acontece, não quero dizer que não seja comum. Quero dizer que não acontece MESMO. Quero dizer que estive quatro dias a reparar neste facto e não vi um único casal multi racial, um único grupo de amigos "colorido", um único grupo de negros a jantar onde jantei ou almocei. Vi negros a fazer compras, mas negros turistas. Negros ingleses, americanos e de um ou outro pais africano como Angola ou Zimbawe, mas não vi negros sul-africanos. Como é isto possível? Já tinha ouvido pela boca da minha manicure de cá (de Luanda) que o fim do apartheid era um mito. Aliás...um mito estranho segundo ela. Neste momento, em África do Sul, os negros "negros"(verdadeiramente negros) são beneficiados pelo Governo do Jacob Zuma, actual presidente, enquanto que os brancos, de ascendência inglesa ou holandesa, loiros, esqualidos e de olhos azuis mantêm os privilegios de sempre. Tudo o resto "não existe". Mestiços, emigrantes de outros países africanos, descendentes de indianos, são praticamente marginalizados, sendo-lhes extremanente dificil arranjar emprego e casa por exemplo. Pensar e repensar nestas questões todas, num país que eu gosto faz-me muita confusão e até repensei aquela minha ideia que gostaria de trabalhar lá. Eu até gostava de viver em CT, trabalhar em CT, mas nem pensar, nem ao de muito longe, educar o meu filho tendo por base estas segregações. São segregações demasiado enraizadas nas mentes para que apenas o fim de algumas politicas consiga modificar a vida do dia a dia.

Mas à parte destas minhas considerações sobre como se consegue viver assim as mini férias foram optimas e mais uma vez Cape Town deslumbrou. E o Guilherme deslumbrou Cape Town distribuindo sorrisos e gargalhadas por todo o lado e toda a gente!!!!!!!!!!! Ficamos num hotel impecavel em Sea Point, o Winchester, mesmo em frente à praia. Muitissmo bem localizado, com uma arquitectura a relembrar epocas inglesas e a um preço bastante acessivel. Alugamos carro e passeamos pela Peninsula do Cabo e o Guilherme, um dia na escola, quando estudar os Descobrimentos, poderá olhar para o mapa e pensar que já esteve lá, onde os Portugueses brilharam.

Aterragem - A vista surpreendente da Table Moutain e do Lion's Head e a habitual nevoa 


Aterragem - A vista do Cabo da Boa Esperança

Nós no Cabo da Boa Esperança
(onde a presença portuguesa é praticamente ignorada)








 a estrada que nos leva ao Cabo


Waterfront 


O estadio (dos mais lindos que já vi) onde fomos tão felizes


 
Eu e o Pocoyo a comer ostras


aprender a conduzir pela direita 


o patio do hotel  


Hotel (imagem retirada do site)


 
Visita de estudo em Waterfront - Como referi acima..Não há misturas de "cores"


Uma replica de uma nau (note-se a comparação do seu tamanho com o catamaran ao lado)


uma das melhores sandwich Club que já comi na vida..
Eu e certamente o novo leão do Gui

 
Viagem de regresso a sobrevoar o Pan do Etosha, Namibia


sábado, 25 de maio de 2013

Cape Town


Mais cedo do que pensava aqui estamos nós! Numa das cidades mais lindas que já visitei e desta vez a três. Primeira tour do Gui em África!