sexta-feira, 3 de julho de 2009

Chegada a casa! e que chegada!


Ontem cheguei em cima da hora para o jantar de abertura do Forte S.João...
A Mimos já me esperava no aeroporto e enquanto me vesti para a festa fomos pondo a conversa em dia!
Chegou o Bruno e lá fomos!!! Matei saudades de imensa gente! Conheci por foto a Luz(lindaaa) Parabéns Miguel e Angela...e reencontrei velhos e fantasticos amigos!!!!


Recordar bons tempos e bons amigos! Soube bem :-) Estas noites valem OURO!

beijosssssss

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Vou a casa


Amanha vou a casa....
Ver os meus pais, o Ziggy, as minhas pitús, enfim...Matar as saudades de todos os que eu adoro e me fazem tanta falta!
Vou comer Mac, vou atafulhar-me de sushi, vou experimentar todos os restaurantes novos que puder :-)

PORTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Há dias que marcam a alma e a vida da gente.......


 
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Sinto falta....



Sexta feira..à porta um fim de semana de três dias! Três dias de praia!
Ao menos isso! Ando com saudades imensas de estar em Portugal…de estar no meu norte..
Aliás o Porto é o meu Norte! A velha expressão.”Perdeu o Norte” tem verdadeiro significado usada neste sentido. O porto, o Norte é a casa. O Porto de abrigo.
Aqui será mais um fim-de-semana de praia e praia. Talvez uma saída, mas sem as minha amigas! Talvez mais um jantar mas sem aqueles…..

Vocês fazem -me falta! 

Acho que não sou saudosista, mas sinto a falta de estar no meu mundo….

sinto falta de entrar no café e dizer mil “olás”
sinto falta do meu ziggy
sinto falta do café do norte
sinto falta dos fins de tarde as 8.30 (não 20.30) e ainda com sol
da nortada não sinto a falta
sinto falta do céu azul azul azul
sinto falta de perder as horas a dar à língua com aqueles que me preenchem
sinto falta do Sr. de Matosinhos e de tirar bonecos para a Miminhos
aiiii o S.João que aí vem e de Miragaia, que saudades!!!!!!!!!!
sinto falta de cerejas negras compradas na rua
sinto falta de cinema antecedido por um gigante Bic Mac ao domingo e meia hora a ver quem passa no Arrábida
sinto falta de tanta coisa que por vezes pergunto-me se vale a pena sentir tantas saudades….

Por um lado quero voltar, por outro quero outro desafio, outro país…Por outro lado estar aqui permite milhões de coisas que de outra forma não seriam possíveis…Não sei o que quero, não sei o que devo tão pouco, mas sei que trocava estes próximos três dias por uma noite no Sr. de Matosinhos !!!!!!!!!!!!!! J
beijossssssssssssssssssssss

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dia do bilhete de ida..



Fomos assaltados...

Bem, ao fim de um ano e 5meses em Luanda já tardava. Os avisos eram constantes e nós com o velho lema: a nós não! A nós nunca nos acontece nada..Até um dia!

Dormia na praia quando percebi que não tinha a mochila ao lado...Mas ainda há minutos lá estava :-( enfim...dias seguintes passados a distribuir panfletos tentando pagar para nos devolverem os documentos (no mínimo isso).

Pagar para me devolverem o que é meu! custa-me.........custa-me tanto!

Há dias que custa estar cá.
Que quero muito o meu país, que não é perfeito, mas permite o simples "sornar na praia".

Portugal :-) quase quase perfeito!

Saudades de Portugal!

beijos mil

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Malange

Partimos sábado pela madrugada de Luanda...Seguimos a estrada até ao Dondo e depois, seguimos para Norte...O céu clareava e o sol começa a aquecer! Café, não havia!! Normallllllllllllllllllllllllll :-) Perto do meia dia chegamos às Quedas da Kalandula! as imagens mostram....






Amei as Quedas! Não esperava que fossem tão majestosas!

Seguimos para a cidade de Malange, capital da provincia com o mesmo nome. Malange é uma cidade muito pequena, em que tudo se passa ao longo de uma avenida principal. restaurantes aconselhados 2 ou 3! Visitamos 3 e optamos por almoçar e jantar no mesmo sitio : Restaurante Krapi, na avenida!!!





No dia seguinte, despedimos-nos do Hotel Palanca Negra, um4estrelas bastante ........diferente :-) e regressamos a Luanda. O caminho seria outro, para podermos visitar as pedras Negras de Pundo Andongo onde segundo reza a lenda está a pegada da Rainha Ginga! Paisagens incríveis...África no seu melhor!






Desminagem ainda patente em muitos locais em Angola

o meu pé ao lado da "grande " pegada da Rainha Ginga!

A RAINHA GINGA
"Indomável e inteligente soberana (1624-1663) do povoGinga de Matamba e Angola e nascida em Cabassa, interior de Matamba, que altaneira e silenciosa conseguiu juntar vários povos na sua luta contra os invasores portugueses e resistiu até ao fim sem nunca ter sido capturada, tornando-se conhecida pela sua coragem e argúcia. Do grupo étnico Mbundu, era filha do rei dos mbundus no território Ndongo, hoje em Angola, e Matamba, Ngola Kiluanji, foi contemporânea de Zumbi dos Palmares (1655-1695), o grande herói afro-brasileiro, ambos pareceram compartilhar de um tempo e de um espaço comum de resistência: o quilombo. Enviada a Luanda pelo seu meio irmão e rei Ngola Mbandi, para negociar com os portugueses, foi recebida pelo governador geral e pediu a devolução de territórios em troca da sua conversão política ao cristianismo, recebendo o nome de D. Anna de Sousa. Depois os portugueses não respeitaram o tratado de paz, e criaram uma situação de desordem no reino de Ngola. A enérgica guerreira, diante da gravidade da situação e da hesitação de seu irmão manda envenená-lo, tomando o poder e o comando da resistência à ocupação das terras de Ngola e Matamba. Não conseguindo a paz com os portugueses em troca de seu reconhecimento como rainha de Matamba, renegou a fé católica, aliou-se aos guerreiros jagas de Oeste e fundou o modelo de resistência e de guerra que constituía o quilombo. Com sua política ardilosa, conseguiu formar uma poderosa coligação com os estados da Matamba, Ndongo, Congo, Kassanje, Dembos e Kissama, e comandou a resistência à ocupação colonial e ao tráfico de escravos no seu reino por cerca de quarenta anos, usando táticas de guerrilhas e de ataques aos fortes coloniais portugueses, incluindo pagamentos com escravos e trocas de reféns. Após a assinatura de um tratado (1656) com o governador geral, que incluiu a libertação de sua irmã Cambu, então convertida como Dona Bárbara e retida em Luanda por cerca de dez anos pelos portugueses, e sua renúncia aos territórios de Ngola, uma paz relativa voltou ao reino de Matamba até a sua morte, aos 82 anos, sendo sucedida por Cambu, continuadora da memória de sua irmã, mas já estava em curso o declínio da Coligação. Dois anos mais tarde, o Rei do Congo empenhou todas as suas forças para retomar a Ilha de Luanda, ocupada por Correia de Sá, saindo derrotado e perdendo a independência, e no início da década seguinte o Reino do Ndongo foi submetido à Coroa Portuguesa (1771). A rainha quilombola de Matamba e Angola tornou-se mítica e foi uma das mulheres e heroínas africanas cuja memória desafiou tempo, dando origem a um imaginário cultural que invadiu o folclore brasileiro com o nome de Ginga, despertou o interesse dos iluministas como no romance Zingha, reine d’Angleterre. Histoire africaine (1769), do escritor francês de Toulouse, Jean-Louis Castilhon, inspirado nos seus feitos, e foi citada no livro L'Histoire de l'Afrique, da publicação Histoire Universelle (1765-1766). Ainda hoje é reverenciada como exemplo de heroína angolana pelos modernos movimentos nacionalistas de Angola. Sua vida tem despertado um crescente interesse dos historiadores, antropólogos e outros estudiosos do período do tráfico de escravos. Sua resistência à ocupação dos portugueses do território angolano e o conseqüente tráfico de escravos, tem sido motivo de intensos estudos para a compreensão de seu momento histórico, caracterizado por sua habilidade política e espírito de liderança desta rainha africana na defesa de sua nação. Também é conhecida como Jinga, Zhinga, Rainha Dona Ana e Rainha Zinga"


O regresso a Luanda, até à cidade do Dondo, foi feito TODO em terra batida!!! para esquecer!

Sorrisos!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

CECILIA............BONS TEMPOS NÂO?





Quando olhamos para trás a carteira tinha ficado em terra....:-)  
Mas foram umas férias 4ever, não?????????Nós e o Villa Lobos!!lololo beijossssssssss