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sábado, 14 de março de 2015

Dias rapidos

Estes dias têm corrido a um ritmo alucinante. Festas, trabalho, feriados que me sabem pela vida, mais trabalho, clientes emocionados, desilusões, e muita praia da boa! Mesmo da boa. Daquela com pouco espaço, muita confusão, mas muitas gargalhadas e conversas das que valem a pena. Tudo passa pelas nossas vidas a correr e lembrei-me hoje que já passaram dois anos que o Guilherme fez de Luanda a sua casa. Não posso, nem quero deixar de assinalar esta data. Esta data será sempre um registro das nossas vidas. Aterramos os três pela primeira vez cá, dia 7 de Março de 2013. E dia 8, feriado, o Guilherme ia à praia pela primeira vez. Já vai tão longe o dia...
Dois anos passaram. Saldo? Continua positivo! A praia faz parte da sua vida, o calor também. Já se aguenta sozinho (com braçadeiras, claro) na piscina grande. E viveu a grande, grande maioria dos seus dois anos e meio cá. 
Este ano não se adivinha fácil. Muitos serão os problemas, as dificuldades, mas vamos continuar por aqui. Há amigos a irem embora. Nós vamos continuar no ritmo de África. Sol tórrido de manhã e tempestades assustadoras pela tarde. Vamos continuar no verão. Um dia a seguir ao outro, vamos continuar os dois anos que aqui passamos os três!

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Nós e o nosso Porto by Ties

Uma das prendas que queria dar ao Guilherme pelo seu segundo aniversario, era um bocado de Porto.
Um bocado da cidade que é tão minha, que é tão dele e que a maior parte do tempo está tão longe.
Na escolha do local da festa, tentamos isso, como aqui descrevi. E no seu dia de aniversário também.
Queria algo para um dia mais tarde ele saber de que é feito. Porque ele é feito de calçada de granito, de ferro forjado, de arcos de betão que um dia foram os maiores do mundo. É feito de Douro. É feito de muita história, sinceridade e até alguma brusquidão. É feito de Porto.
Escolhemos a Catarina Ferreira do Ties e o resultado é assombroso. 

O Guilherme e o nosso Porto.
















segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Joias com significado

Quem me conhece sabe que gosto de joias. Gosto de dar e receber joias. E quando digo joias (e já disse demasiadas vezes neste post!) , não quero necessariamente dizer ouro, diamantes, pedras preciosas. Muitas vezes, a maioria das vezes até, significa algo amarrado com um fio. Uso esta palavras pelo seu significado. Joia, como algo precioso, com muito significado.E se gosto de dar e receber peças destas, mais ainda quando possuem um significado espcial. Quando querem dizer algo, quando nos recordam alguém ou algum momento belo.
Como já falei aqui alguma vezes, felizmente tenho algumas peças destas. Peças que me acompanham quase diariamente (para isto, também conta eu ser hiper preguiçoso e me custar horrores mudar de pulseiras ou fios de manha quando me visto) e que me fazem lembrar coisas especiais da minha vida.
Recentemente ofereceram-me mais duas peças belíssimas, e como eu gosto, com muito significado!
No meu aniversario, os meus pais oferecem-me um pulseira linda, finíssima, super elegante, com um menino. Uma perfeição de menino. No batizado do Guilherme, a minha grande amiga, ofereceu-me esta medalha que publico. Uma medalha que coincidentemente esteve nos meus olhos nessa mesma semana...Palavras para que? São prendas de quem nos conhece bem.






quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Fotografias da festa

  




















Não posso deixar de referir mais uma vez o trabalho fabuloso das pessoas que ajudaram a tornar este dia um dia ainda mais especial:

* Saom - o sitio é fabuloso, (respira-se Porto), o catering impecável, o serviço perfeito
Raquel Peão, amiga de longa data que desenhou a "Safari Jungle Party"
Liliana Mendes - a fotografa que eternizou o dia com estas lindas imagens
Joana Folhadela que nos ajudou mais um ano a mostrar como se faz carinho com papel
Francisca Neves que fez os bolos e bolachas absolutamente maravilhosos e saborosos




sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Sobre o baptizado

Sobre o baptizado. Sobre a cerimônia e o seu signifcado. Há tanto a dizer, tanto a escrever. Tantas duvidas, incertezas, questões por resolver ou responder. Algumas certezas: foi uma escolha certa, uma cerimônia fabulosa e há padres incríveis.
Desde que o Guilherme nasceu, nunca tivemos os dois grandes conversas sobre o batizado. Falamos sim, muitas e variadas vezes sobre a escolha dos padrinhos. Sim, porque no nosso entendimento, a criatura tinha direito a ter padrinhos (tinha a ideia de já ter escrito sobre isto, mas não encontro o post! o que só comprova a minha teoria que a minha memoria já deu frutos noutros tempos..). Ter padrinhos não implica um baptismo. Eu própria sou madrinha sem cerimônia e não menos especial por isso. Ter padrinhos implica um ritual de ter alguém especial na nossa vida. Quase como um "tio especial".  E independentemente do ser católico ou não, eu queria dar isso ao meu filho. Queria que alem de todos os "tios" fabulosos que o meu filho tem a aorte de possuir, queria que um fosse especial. A escolha foi mais ou menos fácil e mais ou menos consensual. Gostávamos os dois de duas ou três pessoas e achávamos que qualquer das opções era perfeita. Optamos por alargar a família. Optamos por dois Amigos. Dois amigos de A (grande) que sabemos que serão especiais na vida do Guilherme.
O baptizado foi sendo assim um tema permanentemente adiado. Não há, pela nossa parte, pratica catolica e por isso, não fazia grade sentido. Há fé, mas de   certa forma uma fé diferente, especial e que provavelmente não justificaria o acto do baptismo para a grande, grande maioria dos padres.
Por isso, quando decidimos batizar o Guilherme só fazia sentido com alguém tão especial como a nossa fé. Alguém que nos entendesse e nos percebesse. Alguém atual. Alguém que dá à Igreja Católica uma palavra diferente, um sentido com o qual nos identificamos. Alguém para quem a Igreja evolui, para quem é natural as crianças correrem nos corredores e rirem-se à gargalhada na cerimônia. Alguém que não nos obriga a casar e diz que temos obrigação de ser felizes. Sim, porque se tivemos um filho, temos a obrigação de o fazer feliz! Esse alguém provou-nos na cerimonia que a nossa escolha estava certa, que as palavras foram as certas. Foi uma cerimonia instintiva, sem ensaios, sem aprender as palavras correctas a repetir. Foi uma cerimonia onde nos disseram que o que interessa é que o Guilherme seja feliz e que para isso, nós temos de ser felizes.

Foi uma cerimônia simples, informal, quase que uma conversa entre amigos que se junta em torno dum assunto. O Gui corria pelos corredores da Igreja e  os convidados riam-se à vontade.

Este o melhor baptismo possível!

Semana de ferias #3 . o dia da festa

Estou cá há quatro dias e na minha cabeça (e alma) parece que não vou a casa há meses. O resto da semana passada, foi, (à semelhança do descrito nos posts anteriores) muito preenchida. Ver amigos, fazer compras (muito poucas) e sobretudo tratar da festa grande de sábado. Sábado, no dia em que pelas contas do Dr Boaventura Alves, ele deveria fazer dois anos, o Guilherme foi batizado. Alguém fervorosamente católico até poderia alegar um segundo nascimento neste dia 4 de Outubro, mas eu escolho pensar apenas em coincidências felizes da vida. Se a festa tivesse sido no ano passado, tinha sido a 29 de Setembro, um domingo, no dia do seu primeiro aniversario. 

Este ano, a marcação impôs-se a 4 de Outubro, dois anos depois da data marcada para a cesariana. Não há forma de não sorrir, nem de não lembrar de futuro este calendário que a vida me deu. Passei o ultimo mês a organizar esta festa. Queria uma festa perfeita. Uma festa informal, com duas fases distintas -batizado e festa de aniversario-, e com sabor a Porto. Assim como na sessão de fotografias do dia do aniversario, era importante para mim, que a festa fosse "tripeira" na alma. Vi e vi e tornei a ver todos os sítios possíveis na minha cidade. Mandei mails, liguei, pedi orçamentos e muitas vezes desesperei. Julgo que metade dos proprietários de espaços de eventos endoideceu, mas adiante. "Ele é a crise", mas ninguém cede!!! E perdeu-se muito da noção de preços, de valores e do que é, ou deveria ser uma festa de criança. Eu SÓ queria uma festa bonita. E com sabor a Porto, a  Douro. Uma festa com origem, berço, tradição e muitos balões! E assim foi a festa!!! Foi tudo o que imaginei.

Descobri em Junho, por indicação da fabulosa food blogger Teresa Rebelo, do Lume Brando, um espaço que na primeira visita (nas ferias de Julho), nos encheu as medidas. Uma Associação sem fins lucrativos, localizada no coração do meu Porto, que além de ter uma vista incrível, aparentava um excelente serviço. Digo aparentava, pois não provei nada. As fotografias da comida eram boas e a opinião da Teresa contou muito. O preço era agradável, mas acima de tudo o conceito era perfeito. A SAOM é uma associação que resumidamente ajuda as pessoas numa segunda oportunidade de vida, dando-lhes uma excelente formação ao nível da hotelaria e da cozinha. Presta ainda apoio a idosos e população sem abrigo na área do Porto antigo. Ou seja, nesta casa erguida e cima da Muralha Fernandina, além de se respirar Porto, ajuda-se as populações carenciadas do nosso casco antigo. Pareceu-nos que não podíamos esperar melhor e arriscamos, sem provar nada e a escolher tudo por fotografias. E não podíamos ter acertado mais! 

As escolhas foram perfeitas. O dia começou com a cerimônia do baptizado (sobre a qual escreverei mais tarde) na Igreja de São Baptista da Foz e seguimos para almoçar no Passeio das Virtudes, na Saom. Começava a festa!
Com a fabulosa decoração da designer gráfica e minha grande amiga Raquel Peão, e o apoio (no bolo e lembranças) da cake designer Francisca Neves o tema Safari Jungle Party foi um sucesso. Tive duvidas sobre escolher tema ou não. Não sou grande apreciadora de bonecos no geral, mas achei que uma festa de criança, precisava de ser "infantil". O Guilherme tinha de se identificar. E as gargalhadas dele ao ver os animais, nos primeiros testes de impressão, não me deixaram duvidas.

Tudo estava lindo, tudo estava saboroso e o Guilherme estava feliz! Estava tão feliz! Batia palmas, gritava, e o olhar dele e o seu sorriso quando viu o lançamento de balões foi e será para sempre inesquecível. Valeu cada minuto, cada esforço, cada desenho que se fez tentando que fosse um dia perfeito. E foi!

A festa era do Gui. Era para o Gui. Estiverem presentes quase todos os seus amigos, e tenho de reafirmar o quase. Faltaram amigos importantes, amigos#família, que a "crise" e as más condições de Portugal, o fizeram ganhar lá fora, lá longe. Mas estiverem muitos. (demasiados até quando penso nos gritos a correr por aquelas escadas!). Estiveram quase todos os que sempre fizeram parte da vida do Guilherme. E sempre vão fazer. Os sorrisos foram uma constante. Havia tatuagens de animais, riscos na roupa, bolas de sabão. As fotografias às centenas. As conversas tão boas, que o sol foi embora e os amigos teimavam em não ir embora. E o Guilherme sempre a sorrir. O balões, o vento levou-os com a promessa de entregar os desejos de quem nos rodeia.






quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Semana de ferias #2

A semana foi atarefada. Não descansei, não  parei, não fiz curas de sono, nem massagens, mas vim preenchida. Mais magra mas de coração cheio. Dia 29 de Setembro, a minha criaturinha fez dois anos. Há dois anos atrás, estava na Cuf às 8h da manha, depois de dormir 3 horas, vinda dum jantar de mulherio (mais uma vez os tais jantares!!) a "ganir", tamanhas eram as dores. Apesar da cesariana estar marcada para a semana seguinte (para o dia 4 de Outubro), o Guilherme mal soube que o pai tinha chegado, tratou de "meter pés ao caminho". E acreditem que isto não é uma mera expressão. Doeu-me bem mais que julgava possível, mas também durou bem menos do que pensava. Realmente é bem verdade quando se diz que custa, mas que depressa se esquece. 

Passados dois anos, e muitas gargalhada e aventuras depois, lá estávamos outra vez no Porto, num dia de sol, a tentar fazer uma pequena comemoração. Almoçamos com vista para o Douro e depois fizemos uma sessão fotográfica com a Catarina Ferreira do Ties. Pedi-lhe fotos que mostrassem ao Gui as suas origens. O meu (e também dele) Porto. O meu amado Porto. Passeamos por Serralves e acabamos a tarde, com porto tónico por baixo da Ponte. De seguida um jantar em casa. Um jantar com velas e parabéns. Um jantar com quem lhe quer tão bem. Com a família que escolhemos. Um 29 de Setembro muito feliz. Com sabor a festa, a Porto, a família, a mimo, a Douro, a felicidade e a muito amor. Que seja sempre assim!  


 foto by Catarina Macedo Ferreira do Ties

terça-feira, 8 de abril de 2014

Vou ali e venho já

Post escrito ontem. 

Fomos a casa e viemos. Eu acho que cada vez sabe a menos. Não vimos todos os que queríamos, não fomos a todos os lados e nem descansamos. Alias, essa é a minha maior certeza-não descansei! Mas cortei o cabelo, fiz compras (e boas) matei algumas saudades, conheci uma princesa nova que já faz parte de nós e soube de duas novidades que me encheram o coração. E no entretanto, enquanto fui e voltei, mudamos de casa. E voltei ao trabalho. Voltei para uma pilha de projectos. E ainda não arrumei os caixotes das mudanças nem fiz a mala para partir de novo amanha. Mas já fomos à praia. E à piscina. Já actualizamos os nossos Ss (sun, sea, salt and sand) na pele. Sim, porque a praia é parte do que nos aguenta aqui. Hoje sigo para Milão para ver as novidades. Sigo a trabalho mas o coração fica cá. Quando voltar terei de actualizar trabalho, arrumar caixotes e organizar uma casa nova. Devo abrandar lá para Maio!!! 

quarta-feira, 12 de março de 2014

um ano de Luanda


Agora com o trabalho novo não há tempo para blogs como havia. E para grande pena minha! Uma das coisas que mais gozo me dava era diariamente ler a minha lista de favoritos. Era um bocadinho só meu. Mas entre work, Gui e mais mil e trezenta e cinquenta e sete coisas, os blogs ficam para trás.
Ficam os outros e fica este infelizmente. Hoje já é dia 12 e desde o ultimo post já houveram fotos de Carnaval (dois dias), dias de praia maravilhosos, dias de trabalho com 37 horas e mais mil assuntos sobre os quais devia ter parado para escrever. Mas há um que quero marcar. Há que que não quero esquecer e quero deixar registado. Há um que vai passar a fazer parte das nossas vidas. Na passada sexta feira, dia 7 de Março, véspera do dia da mulher (esse é outro tema que dava para muitas palavras), o Guilherme fez um ano que aterrou em Luanda, Angola, África! Passou um ano que concretizamos uma decisão que apesar de (quase) inevitável, foi das mais difíceis da minha/nossa vida. O Guilherme vive (com interrupções, claro) há um ano em Luanda. Felizmente o saldo é extremamente positivo e apesar dos solavancos da vida posso dizer com segurança que espero que todos os anos futuros sejam assim. Com muitas descobertas, alegrias, saúde, praia e África. Que África nos(O) continue a tratar com o carinho que tratou até agora, pois o certo é que o meu mais que tudo já conta com mais dias neste continente que no "nosso".

domingo, 12 de janeiro de 2014

Resolução de 2014 #1 - Escrever mais no Diário de bordo

À muito tempo atrás publiquei aqui um post sobre um livro que procurava para o Guilherme. Mas há mesmo muito tempo. Queria um livro para registar os momentos mais especiais da vida dele. As primeiras vezes! As coisas mais importantes. O primeiro sorriso, o primeiro dente, a primeira papa, o primeiro dente etc etc. Procurei em imensos sítios e sites mas nada me agradou a 100%. Alguns eram melhores que outros, mas na sua grande, grande maioria, muito mais próprios para meninas do que para rapazes (assim como quase tudo nesta idade). Não queria aqueles caderninhos com lacinhos e coisinhas pirosas que existem na Fnac com as fotos de bebes dentro de aboboras, que são absolutamente maravilhosas mas não são do meu filho. Nem tão pouco caderninhos com ursinhos azuis e com páginas para preencher com a arvore geneogica da família. Até porque a criatura não vai certamente conviver com gente que eu nem o nome sei! Enfim, a gravidez passou e o Guilherme nasceu e eu nem livro de gravida nem livro do bebe! Uma autentica vergonha de mãe. Descobri no primeiro mês o Molesklkine bebé e fanática como sou claro que o comprei, mesmo sem abrir!!! ERRO! Tem páginas com algum piada mas tens outras que não tem assuntinho nenhum! Quem quer saber quando tiver 20 anos como era a sua primeira sopa?? Ou a descrição da sua primeira gripe e o que tomou?? WTF??? Ou seja preenchi umas páginas para não me esquecer de algum detalhes e continuei à procura. Passado um mês a decisão estava tomada : vou fazer eu um! E mantendo-me fiel à minha adoração, comprei dois cadernos Moleskine A4 art&sketch (para as folhinhas terem mais qualidade) e comecei a escrever. E temos escrito a nossa vida ai. escrevemos para trás a parte da gravidez e escrevemos a nossa vida de agora. A nossa vida de idas e vindas, de descobertas, de medos ou de alegrias. De varias etapas e varios momentos. De sitios bonitos e gargalhadas. E choros! Quero cadernos escritos, riscados, com fotos e colagens. Lambuzados com papa e sopa e cheios de areia da praia que pela primeira vez recebeu o Gui. Quando lhe cortar o cabelo também lhe vou lá colar como nos caderninhos fashion, mas com uma washi tape louca, não nos habituais envelopes semi transparentes que a maioria traz. Não porque ache mal acreditem, ou não goste, mas simplesmente porque não sou eu! Não somos nós! E se não somos assim, assim também não poderá ser o "diário de bordo" do Gui.

E este ano vou escrever ainda mais. Vou colar ainda mais. Vou registar ainda mais! Esta é uma das grandes resoluções de 2014. Um dia mostro-vos imagens destes cadernos que vão crescendo e vão-se acumulando nas prateiras. Um dia vão ser dados ao Guilherme e com eles ele vai perceber muito mais da história dele. Da nossa história. 


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

5 anos depois #2


 

Desta vez a historia não é ...1 ano depois. Cinco anos e uns meses e muita história, muita vida, muitos kms, milhares de milhas, duvidas, certezas, alegrias, saudades, choros, viagens, separam estas duas fotos. Em 2008, recém chegada a Angola, a minha primeira ida a Benguela. Em 2013 a nossa primeira ida a Benguela em família. Parece que a três é tudo novo. E é bom que seja assim. Sabe a novidade e a novidade sabe a ferias e sabe bem.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

O Guilherme a passear por Angola #2 - Benguela

Este fim de semana fomos a Benguela. Um sitio que eu gosto muito e onde já passei muito bons tempos nos primeiros anos de estadia neste pais. Uma cidade calma, arejada, com uma belissima arquitectura e com um tempo fantástico. Há mitos que dizem que em Benguela não há cacimbo e o que é certo é que raramente vi um dia inteiro nublado naquela terra. Este fim de semana era prolongado e aproveitamos para um passeio alargado e para mostrar a cidade das acácias rubras ao Guilherme. Mostrar ao Guilherme e apanhar ar porque Luanda muitas vezes consegue ser muito claustrofóbica. 
Fizemos mais 1200km neste pais. Mais 1200km de África na pele do Guilherme. E como sempre ele fantástico na sua cadeira. Intercalando entre dormir, ver a paisagem, ou o Pocoyo fez as 7horas de viagem de uma forma impecável.
Vimos Benguela, vimos uma "cara da família" (o que soube quase a casa), fizemos boa praia e constatamos a evolução possível duma cidade em pouco mais de dois anos. A ultima vez que tinha ido a Benguela tinha sido em meados de 2011 e a transformação é notória. Ainda que do ponto de vista urbanístico e arquitetônica haja muitos (demasiados até) elementos que tenho de por em causa, a evolução de toda a zona do Lobito e de Benguela é incrível. Vários hotéis novos, imensos restaurantes (e com bom aspecto) e até uma fabulosa padaria, a Artdoce, ao estilo português, onde nos consolamos ao pequeno almoço.
Relembramos um dos mais lindos hotéis deste pais, o Terminus na Restinga e até deu para dar um salto à praia da Baia Azul com as suas límpidas aguas (ainda que em fim de semana prolongado não seja a melhor opção para aproveitar). 

Foi bom. Foi muito bom bater kms outra vez. Fazer esta estrada. Parar no Sumbe e tirar a foto da praxe e desta vez a três. Foi bom mostrar mais um pouco de Angola ao Guilherme. Foi um belo fim de semana!

 aldeia piscatoria da praia da Caota





   
peixe a secar




        
a propósito de segurança ....



 


 Sumbe

 Benguela é assim : "Provou e gostou!"